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Volume 22 - Setembro de 2017
Editor: Walmor J. Piccinini - Fundador: Giovanni Torello

Setembro de 2017 - Vol.22 - Nº 9

História da Psiquiatria

A PSIQUIATRIA PERNAMBUCANA À LUZ DE SUAS PUBLICAÇÕES

Walmor João Piccinini


A proximidade de mais um Congresso Brasileiro de Psiquiatria me lembra várias pessoas queridas que sempre participaram ativamente dos congressos e já não estão entre nós. A mais alegre e participativa era o nosso querido Othon Bastos. Em sua homenagem resolvi republicar um capítulo que escrevi para seu livro “A História da Psiquiatria em Pernambuco e Outras Histórias” na sua segunda edição pela EDUPE em 2010. Fui responsável pelas páginas de 173 a 328.

Introdução

    Sendo psiquiatra, nada mais compreensível que buscasse explicações do porquê deste artigo. Meus contatos pernambucanos começaram em 1963 numa viagem de líderes estudantis brasileiros aos Estados Unidos da América. Foi um mês inteiro de convívio, com direito a um Curso de Política em Harvard e entrevistas com os maiores líderes daquele país, entre eles os irmãos, John e Bob Kennedy. Dois companheiros de viagem, a Dra. Maria Cristina Cavalcanti de Albuquerque e o Dr. Fernando Rocha se tornaram meus amigos desde então. Fernando veio estudar em Porto Alegre na Clínica Pinel onde fizemos Residência. Mais tarde foi para Paris e tornou-se psicanalista. E além disto, até hoje é um cantor reconhecido. A Maria Cristina fez sua formação psiquiátrica no Recife, estudou no exterior e tornou-se professora da UFPE. Hoje, aposentada, é excelente escritora. Antes do Fernando Rocha, a pioneira pernambucana em Porto Alegre foi a Dra. Marlene Silveira Araújo que se tornou psicanalista e ficou no sul. Vieram outros, o Oswaldo Barbosa que fez formação no Rio de Janeiro e tornou-se professor da Faculdade de Medicina de Rio Grande e por aqui ficou. Um outro nome de destaque foi o Dr. Evaldo Melo de Oliveira que, depois de produtiva atividade em Porto Alegre, voltou a trabalhar no Recife. Luiz Cerqueira, que era alagoano, mas com profundas raízes em Pernambuco, talvez tenha sido a pessoa que mais influiu nesta minha ligação com a psiquiatria pernambucana. Era ele um dedicado discípulo de Ulysses Pernambucano e transmitia, com seu jeito apaixonado e afetuoso suas experiências em terras pernambucanas. Mais tarde, nos vários Congressos que assisti pude conhecer o Prof. Lucena, o Prof. Galdino Loreto e os jovens Othon Bastos e Tácito Medeiros.

    A realização deste XIX Congresso Brasileiro de Psiquiatria em Recife ofereceu a oportunidade para que eu prestasse uma homenagem à Psiquiatria pernambucana e aos seus psiquiatras utilizando dados do meu Índice Bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria. Este artigo não poderia existir sem o trabalho de muitos autores que publicaram em Neurobiologia e em outras revistas e livros, artigos sobre a psiquiatria pernambucana. Vou lembrar alguns: Heronides Coelho Filho, José Lucena, Galdino Loreto, Renê Ribeiro, Othon Bastos e Tácito Medeiros.

A História muito resumida

    Pernambuco ocupa uma posição singular na História da Medicina brasileira. No período da ocupação holandesa (1630-1654) surgiu o Tratado Médico Dirigido ao Brasil escrito pelo “grande esculápio e autor” Zacuto Lusitano (1575-1642), redigido em Amsterdã e endereçado a seu filho, Yaqov Zacuto que vivia no Recife como negociante, este seria o tratado inaugural da vasta bibliografia brasileira sobre doenças tropicais. (Morashá,2001, ano 9 (32):17 citando trabalho de Francisco Moreno de Carvalho).

    O médico pernambucano, José Correia Picanço, formado em Portugal e médico da Corte Portuguesa, foi o responsável pelos primeiros cursos médico-cirúrgicos do Brasil em 1808, na Bahia e no Rio de Janeiro. Estes cursos deram origem às Faculdades de Medicina que hoje são mais de cem, espalhadas pelo território nacional.

    O cuidado aos doentes mentais em Pernambuco iniciou-se nos primórdios do século XIX, num hospital geral, o São Pedro de Alcântara, cuja última sede foi no Bairro dos Coelhos. Em março de 151 foi inaugurado o novo Hospital Pedro II da Santa Casa de Misericórdia. Os doentes mentais permaneceram no antigo hospital provisório dos Coelhos e dali foram transferidos para um antigo hospital na ladeira da Misericórdia em Olinda, que após alguns reparos foi rebatizado com o nome de Hospital da Visitação de Santa Izabel. Neste período, o cuidado aos doentes mentais atingiu seu nível mais baixo, a mortalidade era tanta que até os mais insensíveis se condoeram. Com a posse do Dr. Henrique Pereira de Lucena, futuro Barão de Lucena, foi iniciada a construção de um novo hospício. Em 1874 iniciaram-se as obras que se arrastaram por oito anos e só foram concluídas pela ação do desembargador Francisco de Assis Oliveira Maciel provedor da Santa Casa de Misericórdia. Em 1 de janeiro de 1883, mesmo sem estar concluída a obra, ele transferiu os pacientes para o primeiro pavilhão que havia sido completado. A História do Hospício da Tamarineira repetiu o que ocorrera nos demais asilos criados nos diferentes estados brasileiros. Os recursos eram insuficientes, superpopulação, cuidados precários e autoritarismo.

Hospitais: Datas Históricas

Século 19: Hospital Geral São Pedro de Alcântara.

1851 (março) Hospital D. Pedro II da Santa Casa de Misericórdia -Hospital Provisório dos Coelhos.

1864 (20;07) Ocupação do antigo hospital da Ladeira da Misericórdia (Olinda).

1874. Foi colocada a pedra fundamental do Hospital da Tamarineira.

1883 (4/01). Transferência dos doentes para a Tamarineira ainda incompleta.

Nomes ligados à pré-história da assistência Psiquiátrica.

Dr. Humberto Henrique de Lucena (mais tarde Barão de Lucena).

Presidente da Província em 1872.

Desembargador Dr. Francisco, de Assis Oliveira Maciel. Provedor da Santa Casa.

Dr. Joaquim Loureiro assume como médico em 1891.

Filhas de Santana, religiosas italianas, assumem a Tamarineira em 1891.

Dr. Ermínio Coutinho, falecido em 1904. (34 anos de serviço): dominava os conceitos da psiquiatria pré – Kraepelin. Aprendeu hipnose com Charcot em Paris. Pessimista quanto ao tratamento dos psicóticos.

Dr. Alcides Codeceira: Primeiro catedrático de Psiquiatria em Pernambuco.

Ideias humanitárias do Desembargador Maciel: Era contra a violência aos enfermos;

Preconizava o trabalho como fator de recuperação: os doentes eram incentivados a trabalhar nas oficinas, nos jardins, na horta. Criou pequena biblioteca. Propunha jogos, passeios, exercícios religiosos.

Ideias terapêuticas da época:

Dr. Joaquim Loureiro prescrevia hidroterapia e eletroterapia. Clinoterapia (repouso no leito). Ideias da psiquiatria francesa.

Castigos previstos para “domesticar” o paciente: Reclusão solitária, diminuição da alimentação; privações de visitas, passeios ou fumo; colete ou cadeira de força; Banhos de emborcação. (Medidas típicas utilizadas na Inglaterra para diminuir a energia do doente).

Medicamentos da época:

Brometos – alcaloides (hiosciamina, adeboisina).

Hidratos de Cloral. Sulfonal, Veronal.

Opiáceos e morfina.

Início da assistência psiquiátrica em moldes científicos

Ulysses Pernambucano e a Primeira Geração de psiquiatras pernambucanos. Formado em 1912 na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, apresentou a dissertação de doutoramento: “Sobre as manifestações nervosas da Heredo-sífilis”.

Em 1917 foi nomeado médico do hospício. Logo passou a exigir mudanças no trato aos doentes.

Extinção do calabouço e das camisas de força. Utilização da balneoterapia e da clinoterapia.

Separar os epilépticos e os menores em pavilhão próprio;

Compra de material apropriado para o exame dos doentes mentais e nervosos;

Nomeação de um clínico e um cirurgião para atender as intercorrências médico-cirúrgicas. (É justo dizer que pediu e não levou).

Seguiu trabalhando até explodir o caso das três moças que foram internadas como castigo e gerou consternação pública. Joaquim Loureiro assistia a tudo passivamente. Debate público. Movimentos de opinião, críticas à Santa Casa. Dois anos depois Joaquim Loureiro demite-se e assume o Dr. Alcides Codeceira.

Novos Tempos

Em 1922 Sergio Loureiro assume a Governadoria do Estado. Amaury Medeiros foi chamado para modernizar o Departamento de Saúde e Assistência.

A Santa Casa Perde a Direção da Tamarineira. O Hospital foi rebatizado como Hospital de Doenças Nervosas e mentais subordinado ao Departamento de Saúde e assistência. Seu primeiro diretor foi o Dr. Ulysses Pernambucano.

Gestão de Ulysses

Constrói novos pavilhões e coloca em prática as sugestões que fizera anos antes.

Os calabouços foram substituídos por salas de balneoterapia.

Criação de internato para Acadêmicos de medicina. Gildo Neto foi o primeiro interno.

Outras atividades de Ulysses:

De abril de 1923 a abril de 1927 ocupou a direção do Ensino Normal do Estado. Criou o serviço de visitadoras escolares, precursoras do atual Serviço social.

Criou o Instituto de Psicologia (195) junto com Anita Paes Barreto. Este Instituto veio mais tarde ser denominado Instituto de /seleção e Orientação Profissional.

Reforma Psiquiátrica de 1931.  Decreto 26 de 1.01.1931 criou o Serviço de Assistência aos Psicopatas subordinado à Secretaria de Justiça e Negócios Interiores (SAP).

SAP criou novos serviços que incluíam: Ambulatórios. Hospital Aberto para os doentes mentais não alienados. Colônia para doentes crônicos. Serviço de Higiene Mental ao qual se incorporava o Serviço de Seleção e Orientação Profissional.

Manicômio Judiciário.

Estes serviços foram incluídos aos já existentes: Hospital de Agudos e Instituto de Psicologia.

Colônia de Barreiros: fundada em 1931 sob a direção do Dr. Vicente Gomes de Matos.

Serviço aberto e o ambulatório sob a direção de Gildo Neto.

Serviço de Higiene Mental sob a direção do Dr. Costa Pinto e tendo como assistente o Dr. José Lucena.

O Manicômio Judiciário ficou sob a direção do Dr. Alcides Codeceira.

Laboratório de Análise do Hospital da Tamarineira: Dr. Alcides Benício.

    O período de 1931 a 1935 é considerado muito fecundo e produtivo. Muitos jovens foram atraídos para a carreira de psiquiatra e começou a brotar uma interessante produção científica. Foi criada a Revista “Arquivos da Assistência a Psicopatas de Pernambuco” que, em 1938 deu origem à Revista Neurobiologia.

Pernambuco é a sede da mais antiga publicação brasileira em Psiquiatria. Desde 1938 a Revista Neurobiologia é publicada regularmente, fato notável se considerarmos a alta mortalidade editorial brasileira.

Em setembro de 1933 foi criada a Liga de Higiene Mental de Pernambuco e Ulysses foi aclamado como seu primeiro presidente. Esta liga tinha como metas o combate ao alcoolismo e Escolas para excepcionais.

Ensino Médico em Pernambuco.

Em 1920 iniciam-se as atividades da Faculdade de Medicina.

O primeiro catedrático de Psiquiatria foi o Dr. Alcides Codeceira.

Professor substituto da Clínica Neurológica e Psiquiátrica: Dr. Ulysses Pernambucano.

No período de 1929-32 lecionou a cadeira de Fisiologia Nervosa. O Dr. José Lucena era seu assistente.

Em 1932 assumiu a cátedra de Semiologia Neuropsiquiátrica.

Em 1938 assumiu a cátedra de Neurologia (vaga pela morte do titular Dr. Gouveia de Barros).

Anos Turbulentos

Em 6.10.35 morre de forma trágica o Dr. Gildo Neto (o discípulo mais representativo e considerado o seguidor natural da obra de Ulysses Pernambucano).

Em 8.11.35 Ulysses Pernambucano é demitido do Serviço de Assistência a Psicopatas.

E, 27.11.35 Eclode a Intentona comunista. Ulysses fica preso por 40 dias e só é liberado através do Tribunal de Segurança Nacional.

Em 1936 fundou o Sanatório Recife (particular). Envia o Dr. Arnaldo Di Lascio para o Sanatório Botafogo – RJ. Para aprender a insulinoterapia.

Em 1936 sofre seu primeiro Infarto Agudo do Miocárdio.

Em 1938 fundou a Revista Neurobiologia.

Em 1938 fundou a Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental e realizou o primeiro congresso em João Pessoa na Paraíba. Esta sociedade não pretendia ser exclusivamente psiquiátrica, mas sim “congregar em torno do movimento pró-higiene mental os elementos mais destacados de todos os setores da atividade humana”.

O segundo congresso foi em Aracaju em outubro de 1940.

O terceiro foi em Natal em outubro de 1943, onde pronunciou a que foi sua última conferência: “ A Ação Social do Psiquiatra”.

Dois meses depois, no Rio de Janeiros, é vítima de um segundo IAM e falece.

Segundo José Lucena o legado de Ulysses poderia ser sintetizado da seguinte forma: “compreensão da verdadeira extensão da Psiquiatria, a verdadeira Psiquiatria maior, penetrando aspectos cada vez mais dilatados da conduta humana, a utilização oportuna de técnicas psicológicas e das Ciências Sociais, mas sem desprezar o concurso das disciplinas neurobiológicas, o interesse pelos temas regionais e locais (e), o gosto pelas investigações bem delimitadas, que preserva os jovens daquelas sínteses arbitrárias e das afirmações autistas”.

Nomes desta primeira fase da psiquiatria pernambucana.

Gildo Neto, José Lucena, Arnaldo Di Lascio, Luiz Cerqueira, José Mariz de Moraes, João da Costa Machado, Jarbas Pernambucano de Mello, Albino Gonçalves Fernandes, Renê Ribeiro, José Otávio de Freitas Júnior, Walderedo Ismael de Oliveira, José Carlos Cavalcanti Borges, Pedro Cavalcanti, Waldemar Valente, Heronides Coelho Filho, Alcides Benício, Hélio Codeceira e os psicólogos Anita Paes Barreto, Alda Campos e Sylvio Rabelo. A este grupo poderíamos acrescentar Nelson Pires entre outros.

José Lucena e a segunda geração de psiquiatras pernambucanos

José Cavalcanti Lucena da Mota Silveira nasceu em 1909 no município de Nazaré da Mata. Era descendente, pelo lado materno, do famoso Presidente da Província, Henrique P. de Lucena, o Barão de Lucena. Formou-se em medicina pela Universidade do Brasil em 1928. Othon Bastos escreveu seu obituário em Neurobiologia e dele extraio os seguintes trechos. Fez cinco concursos em toda sua vida profissional e universitária: o primeiro, para médico da Assistência a Psicopatas do Estado de Pernambuco, em 1932; o segundo em 1933, Livre Docência em Fisiologia; o terceiro, Livre Docência  de Psiquiatria, em 1938, com importante tese sobre as “Formas de Início da Esquizofrenia”.; no início dos anos 40, disputa a cátedra de Fisiologia e, finalmente, enfrenta em concurso memorável, em 1952, um brilhante e respeitável competidor ( José Otávio de Freitas Junior) e conquista o posto de Professor Catedrático de Psiquiatria da Universidade do Recife. Tornou-se então, sucessor legítimo de Ulysses Pernambucano e mantenedor da Escola de Psiquiatria de Pernambuco, convertendo-se em seu principal representante”. Na sua equipe de trabalho permanecia Arnaldo Di Lascio e foram integrados no decorrer do tempo, Galdino Loreto, Paulo Sette, Cheops Teixeira, Zaldo rocha, Othon Bastos, Tácito Medeiros, Cristina Cavalcanti de Albuquerque, Affonso Barros de Almeida.

    Segundo Galdino Loreto, citado por Everton Sougey: “O pensamento do Prof. Lucena manteve-se fiel às características da Escola Psiquiátrica orientada pelo Prof. Ulysses Pernambucano, mas foi na obra de Lucena que a Escola Psiquiátrica do Recife se corporificou em sistemática estrutura”. A extensa bibliografia de José Lucena está relacionada no Índice Bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria.

    Muitos depoimentos poderiam ser acrescentados sobre a vida deste psiquiatra singular, talvez o maior deles tenha sido o Simpósio organizado por ocasião da sua jubilação como professor universitário. Fato inédito em termos de Brasil, o Simpósio Raízes e Tendências da Psiquiatria no Brasil reuniu em março de 1978, no Recife, alguns dos maiores nomes da psiquiatria brasileira irmanados nas homenagens ao Professor José Lucena. Sua conferência, posteriormente publicada em Neurobiologia (Vol.41; supl.; 5-48, de 1978 sob o título Raízes e Tendências da Psiquiatria no Brasil é documento imprescindível para quem se interessar no estudo da história da psiquiatria brasileira.

Othon Bastos e a terceira geração de psiquiatras pernambucanos

Em 17 de setembro de 1982 o Professor Othon Coelho Bastos Filho assumiu a condição de Professor Titular de Clínica Psiquiátrica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco. Sucede na regência de duas disciplinas, dos professores Albino Gonçalves Fernandes e José Lucena.

    Coube a Lucena o discurso de saudação que destaca as qualidades do homenageado: “As qualidades de mestre, demonstradas em seu notável concurso de provas vieram confirmar a brilhante sequência de títulos e trabalhos científicos, que desde os bancos acadêmicos o credenciavam como um dos valores exponenciais de nossa psiquiatria de hoje”. Depois de enumerar a vasta produção acadêmica e os títulos conquistados Lucena acrescenta. “Da pessoa de Othon Bastos, mais do que qualquer discurso acadêmico, diz a aura de afeição simpática, generalizada e constante que o cerca e que representa o reconhecimento dos dons generosos com que foi cumulado”.

    Professor Titular, ex-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, generoso com os amigos e ainda muito jovem, é cedo para se fazer uma biografia.

Gerações de Psiquiatras Pernambucanos

Nesta lista poderão ocorrer erros e omissões. Utilizamos as publicações por ordem de aparecimento e a participação no XIX Congresso Brasileiro de Psiquiatria para estabelecer uma genealogia pernambucana. Vou considerar apenas três gerações, desta forma pessoas bem novas serão encontradas com algumas mais maduras, mas o sentido geral será mantido.

1.      Ulysses Pernambucano

 

Vicente Gomes de Matos, Gildo Neto, Arnaldo Di Lascio, José Lucena, José Mariz de Moraes, João da Costa Machado, Jarbas Pernambucano de Melo, José Otávio de Feitas Junior, Albino Gonçalves Fernandes, Renê Ribeiro, Walderedo Ismael de Oliveira, José Carlos Cavalcanti Borges, Pedro Cavalcanti, Waldemar Valente, Heronides Coelho Filho, Alcides Benício, Hélio Codeceira, Gilberto Macedo, Luiz Cerqueira e os psicólogos Sylvio Rabelo, Anita Paes Barreto e Alda Campos.

 

2.      José Lucena

Galdino Loreto, João Marque s de Sá, Othon Bastos, Luiz Salvador Mirada Sá Junior, Tácito Augusto Medeiros, Cheops Teixeira Cavalcanti, Zaldo Rocha, Paulo Sette, Maria Cristina Cavalcanti de Albuquerque e Paulo Mariz.

 

3.      Othon Coelho Bastos Filho

Everton Botelho Sougey, Antônio Peregrino, Evaldo Melo de Oliveira, Arlinda Martins, Tárcio Fábio M. Carvalho, Jane Lemos, Kátia Petribú, Daisy Pontual, Jurandir Dantas, Maria Dilza Feitosa, Feliciano Abdon, Eldione Amorim, Myriam Pimentel, José Francisco de Albuquerque, Maria Cláudia Pires, Helena Moura, Celeste Ainda, Edilzia Monteiro, Murilo Costa Lima, Atonia Acioly, Gilva Cabral, Maria Amélia Lima, Etiene Cardoso, Marcelino Bandim, Ivanise Cabral, José Waldo Saraiva, Humberto Costa, Gustavo couto, Maria de Fátima Diniz, Marcos Silveira, Nilza Melo, Roberto Faustino de Paula, Sarah Erlich, Milton Marques de Sá, Glória Araújo, José Fernandes Santana de Barros, Antônio Carlos Escobar, Cláudio Duque, Maria do Socorro Guerra, José Carlos Escobar, Alirio Dantas Júnior, Sérgio Pereira, Valéria Monteiro Correa, Iracema Frazão.


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