Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Outubro de 2011 - Vol.16 - Nº 10

História da Psiquiatria

PSIQUIATRIA E RELIGIÃO ATRAVÉS DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Walmor J. Piccinini

    A construção de um Banco de Dados (www.biblioserver.com/walpicci) sobre a produção bibliográfica dos psiquiatras brasileiros me permite observar alguns fenômenos que merecem uma consideração especial. Pra que rumo caminha a pesquisa? Qual o interesse maior da coletividade psiquiátrica e assim por diante. O crescimento das publicações tem relação direta com a expansão da pós-graduação em psiquiatria no Brasil. Os artigos, ligados a psicofarmacologia e a neurociência estão predominando. O que não é tão fácil de perceber, mas que posso comprovar com números é o crescimento de artigos sobre o tema, religião e espiritualidade. Pode ser uma observação prematura, superficial até, mas me parece estar ocorrendo uma retração de artigos sobre psicanálise, psicoterapia analítica em favor dos efeitos benéficos da religiosidade. Estou me referindo apenas às publicações em revistas psiquiátricas.

Partimos de um levantamento de tudo que foi publicado sobre o tema que envolve religião, manifestações religiosas e espiritualidade, publicados em revistas psiquiátricas, teses e livros escritos por psiquiatras e cheguei a 191 publicações que começam no século XIX até os dias atuais, assim distribuídos:

Século XIX: 5 artigos

Século XX: 64 artigos – de 1901 a 1999:64 artigos (de 1901 até 1980 foram 12 e de 1981 até 1999 foram 42

Século XXI: 93 artigos – de 2000 a 2010 (2011=4 artigos).

Dentre os trabalhos temos 17 Teses de Doutorado, 14 de Mestrado, 2 de Livre Docência e 3 de Doutoramento (Teses inaugurais).

A Revista de Psiquiatria Clínica publicou 31 artigos. A Revista Brasileira de Psiquiatria publicou 9 e o Jornal Brasileiro de Psiquiatria 12. Os demais estão distribuídos em diferentes publicações.

O Livro de Paulo Dalgalarrondo “Religião, Psicopatologia e Saúde Mental é considerado um “bestseller” na Editora Artmed. O que reforça a idéia da procura pelo tema.

A preocupação dos psiquiatras do século XIX e início do século XX era o estudo de fenômenos sociais ligados a fé religiosa, o exemplo mais conhecido é de Nina Rodrigues estudando a revolta de Canudos e suas considerações sobre Antonio Conselheiro. Para quem desejar se aprofundar sobre o assunto tomamos a liberdade de sugerir o livro de Dalgalarrondo já referido ou um artigo publicado na Revista de Psiquiatria Clínica sob o título: “Estudos sobre religião e saúde mental realizados no Brasil: histórico e perspectivas atuais” (Dalgalarrondo,P. Rev. Psiq. Clín. 34 suppl 1,25-33,2007). Tanto Nina Rodrigues como outros como Franco da Rocha, se colocavam como observadores de um fenômeno religioso que consideravam patológico. Osório Cesar deu uma nova perspectiva passou a observar as manifestações religiosas dentro do asilo,através da manifestações artísticas dos alienados. Osório César estudou os místicos  dos hospícios em que a patologia mental produzia delírios e alucinações  de conformação religiosa.

Na primeira metade do século XX surgem trabalhos contra o espiritismo e as religiões afro-brasileiras. O espiritismo era acusado de provocar a doença mental. Henrique Roxo, Franco da Rocha, Afrânio Peixoto e Pacheco e Silva defendiam a idéia que as práticas espíritas desencadeavam com freqüência quadros de loucura.

O passo seguinte foi o de considerar a loucura como um fenômeno cultural, ou a expressão da loucura como fenômeno cultural e do nordeste, nomes como José Lucena e Álvaro Rubim de Pinho começara a discutir e a examinar estes fenômenos religiosos sem preconceitos. Silva, Angélica et al.(O olhar dos psiquiatras brasileiros sobre os fenômenos de transe e possessão) analisaram a produção bibliográfica dos psiquiatras brasileiros entre 1900 a 1950 e nelas identificaram duas correntes de pensamento. Uma vinculada a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e São Paulo detiveram-se mais na periculosidade do espiritismo para a saúde mental. A outra ligada às Faculdades de Medicina da Bahia e Pernambuco, não desconsiderava o caráter patológico ou “primitivo” dos fenômenos e transe e possessão, se mostravam mais tolerantes e examinaram os fenômenos como manifestações culturais e populares. Esse ponto de vista ficou registrado em trabalhos de. Ulysses Pernambucano, José Lucena, Renê Ribeiro, Álvaro Rubim de Pinho.

Na primeira metade do século XX floresceram os grupos positivistas que partiam da idéia que o progresso da humanidade deveria evoluir do nível Teológico, passando pelo metafísico e chegando ao domínio da Ciência. Um grupo fundou a Igreja da Humanidade e, no momento que se tornou uma forma de religião, decretou seu fim. Tivemos alguns psiquiatras adeptos do positivismo, mas não houve uma aceitação significativa.

Nos anos 60, a psicanálise que vinha se estruturando em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, torna-se a principal fonte de entusiasmo e pesquisa entre os psiquiatras brasileiros, com repercussões na assistência hospitalar e na prática de consultório. Ela continua importante até os dias atuais, mas já não tem a mesma vitalidade no meio médico e parece estar se deslocando para o meio dos psicólogos. Freud, embora considere a religião uma ilusão, acha preferível que exista, pois fatalmente seria substituída por outra forma de crença.

All religious doctrines are ‘‘illusions and insusceptible of proof. No one can be compelled to think them true, to believe in them’’ (1927c, p. 31). The desire they realize is that of being protected and loved by a father who is more powerful than the real

Father. Infantile distress is the origin of religious need, which Freud criticizes because of the weight it places on education. He also feels—and this may sound paradoxical—that it is necessary to maintain religious teaching as a basis of education and human life in

Common. ‘‘If you want to expel religion from our European civilization, you can only do it by means of another system of doctrines; and such a system would from the outset take over all the psychological characteristics of religion—the same sanctity, rigidity and

intolerance, the same prohibition of thought—for its own defense’’ (p. 51). In other words even if for Freud religion is a ‘‘serious enemy’’ of science, it would be an illusion to believe that it is possible to renounce belief for the benefit of knowledge alone.

(Futuro de uma ilusão e Dicionário Internacional de Psicanálise (Miola)

Segundo Bertrand Russel, os conceitos de mundo vão da Ciência a Teologia e no meio do caminho tem uma terra de ninguém que é a Filosofia. “Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia”. “Todo conhecimento definido - eu o afirmaria - pertence à ciência; e todo dogma quanto ao que ultrapassa o conhecimento definido, pertence à Teologia”. É ainda Russel que afirma: ”De uma maneira geral, até os filósofos religiosos (ou talvez estes em especial) têm sido cautelosos em relação às manifestações populares da religião. Kant, um simpatizante da fé religiosa, distinguiu várias perversões dessa fé: a teosofia (uso de concepções transcendentais que confundem a razão), a demonologia (favorecimento de concepções antropomórficas do Ser Supremo), a teurgia (ilusão fanática de que esse ser pode nos comunicar sentimentos ou de que podemos exercer influência sobre Ele) e a idolatria ou a delusão supersticiosa de que podemos nos tornar aceitáveis perante o Ser Supremo através de outros meios que não o de ter a lei moral no coração (Crítica da faculdade do juízo, II.28).

   O pensador católico Leonardo Boff defende a tese que existe uma inteligência espiritual além da inteligência intelectual (QI) e emocional (segundo Goleman,H.) e ele vai mais além, baseado em neurobiologistas (Persinger, Ramchadran) e Danah Zohar físico especialista em física quântica, que atribuem ao cérebro “o ponto Deus” ;

Segundo Boff: Se assim é, podemos dizer em termos do processo evolucionário: o universo evoluiu, em bilhões de anos, até produzir no cérebro o instrumento que capacita o ser humano perceber a Presença de Deus, que sempre esteve lá embora não perceptível conscientemente. A existência desse ''ponto Deus'' representa uma vantagem evolutiva de nossa espécie humana. Ela constitui uma referência de sentido para a nossa vida. A espiritualidade pertence ao humano e não é monopólio das religiões. Antes, as religiões são uma das expressões desse ''ponto Deus''. (http://pensador.uol.com.br/autor/leonardo_boff/).

Essa concepção está na linha do pensamento de Viktor Frankl (1905-1997) (http://en.wikipedia.org/wiki/Viktor_Frankl), que além do inconsciente freudiano, atribuía ao homem um inconsciente espiritual. Essa idéia é a base para a Logoterapia, forma de psicoterapia muito difundida nos meios cristãos.

Estas abordagens, mais as crescentes publicações sobre religiosidade e espiritualidade nos permitem concluir que as bases da psiquiatria como ciência estão sendo invadidas por concepções religiosas. Não se está discutindo a religião como fenômeno cultural e uma maneira de se expressar o pensamento humano, mas para muitos, a relação é mais profunda. Sem entrar no mérito, vamos mostrando esse fenômeno através da bibliografia.

Resumindo, temos uma corrente que estuda o fenômeno religioso do ponto de vista histórico, outra que busca criar uma metodologia para o estudo de fenômenos anômalos, outra que estuda os efeitos da religião sobre o psiquismo em geral e pro fim, grupos francamente religiosos que podem ser identificados como médicos espíritas, médicos cristãos e outros.

Um trabalho que trata do efeito protetivo das religiões e facilita a aceitação de certas manifestações psicopatológicas, foi publicado em 2005, número 10 na Psiquiatria online Brazil pelo Professor Fernando Portela Câmara.

As culturas ditas “primitivas” têm seus próprios métodos para abordar e lidar com os transtornos mentais e do comportamento. Estes métodos permanecem na cultura popular e folclore, formando o núcleo das camadas seitas animistas ou “espiritistas”. Nestas seitas ou “centros”, tal cultura assume um valor assistencial e psicossocial inquestionável, não apenas nas chamadas “camadas populares”, como também nas camadas economicamente superiores. Organizadas no seio do povo, estas seitas desempenham uma função assistencial imensa, preenchendo a ausência do Estado na saúde da população, especialmente na saúde mental. Ao longo deste trabalho, usarei a expressão seita espiritista em lugar de seita animista, pois, no Brasil o primeiro termo é mais bem conhecido e aceito, enquanto o segundo, de origem européia, é visto por alguns como racista. Também não discutirei aqui espiritualismo sob o ponto de vista psiquiátrico ou psicodinâmico, respeitando a crença dos leitores, sendo meu objetivo aqui apenas discutir os efeitos terapêuticos e destas práticas, que encontra em nosso país milhões de seguidores.

O saber psiquiátrico, como todo o saber médico em geral, é hoje essencialmente um saber acadêmico de origem européia, com paradigmas espelhados no inevitável racismo científico eurocêntrico e mentalidade colonialista. Esta atitude influi de modo sutil, porém intenso, nos modelos médicos assistenciais e nos modelos aplicados à saúde mental (Chakraborty, 1991; Sashidharan, 1986). A pressão econômica que a aculturação deste saber sobre os países do Terceiro Mundo impacta o modelo de saúde mental adotado, encarecendo-o consideravelmente na proporção em que ele se afasta radicalmente da cultura popular (Loyola, 1984). O resultado é uma oposição de dois paradigmas: o modelo psi de um saber dominante (eurocêntrico) cultural, social e economicamente imposto, e o modelo psi de um saber que ainda resiste em nossa cultura popular, e se refugia no seio das comunidades em organizações conhecidas como “centros” e “terreiros”.

Costumo dividir as seitas espiritistas brasileiras em (1) espiritismo Kardecista, ou espiritismo “branco”, de “mesa” ou “científico”, de origem européia porém aclimatado à cultura brasileira, onde sincretizou-se absorvendo influências católicas e afro-brasileiras (Procópio, 1961); e (2) as seitas de origem africana, como a Umbanda (a mais sincrética, ocorrendo em todo o país), o Candomblé (a mais tradicional), a Quimbanda (centro e sul), o Xangô e o Catimbó (Nordeste), o Batuque (Sul), e outras mais regionais, bem como as de origem ameríndia, como a Pajelança e o Paricá (Cascudo, 1980).

O elemento central a todas estas seitas é o fenômeno de transe e possessão, o instrumento comum que permite aos adeptos “falarem” diretamente com entidades espirituais de pessoas já mortas (Kardecismo) ou com espíritos tutelares da natureza (os Orixás, identificados também aos santos da Igreja católica), “entidades” que são intermediárias entre o médium e o mundo dos espíritos. É interessante assinalar que a Igreja Católica, religião oficial do Brasil, não reprime a participação de seus filiados nestas seitas, ao contrário das religiões protestantes e pentecostalistas, que competem economicamente com as citadas seitas, embora seja parte da mesma cultura do transe. Na verdade, a Igreja católica não impede a participação de seus fiéis nestes cultos, desde que isto se dê em participações individuais e não em celebrações que envolvam a sociedade civil (Oliveira, 1977). "Também a religião judaica no Brasil parece ser tolerante com estes cultos, aclimatando-se mais facilmente à nossa cultura popular”

Ballone, F.G. com seu excelente site sobre Psiquiatria nos apresenta um alentado estudo sobre religiões e religiosidade.

     Como meu objetivo inicial foi de apresentar a bibliografia sobre o assunto, não vou me estender em considerações e vou relacionar a bibliografia para que cada um faça sua pesquisa:

     Trabalhos Sobre Religião, Religiosidade. Espiritualidade

 

     1.    Abreu, José Ricardo P., Piccinini, Walmor J.,Cacilhas, Alice, et al (2000) Psicoterapia no Brasil: duas décadas através das publicaçőes psiquiátricas. Rev. Bras. Psicoterapia. 2, 89-104.

     2.    Almeida, Alexander Moreira de (2007) Espiritualidade e saúde: passado e futuro de uma relação controversa e desafiadora. Rev. psiquiatr. clín. 34.

     3.    Almeida, Alexander Moreira de (2004) Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas. Doutorado, Tese. Fac. Med. USP.

     4.    Almeida, Alexander Moreira de. O crescente impacto das publicações em espiritualidade e saúde e o papel da Revista de Psiquiatria Clinica. Rev. psiquiatr. clín. 37(2). 2010.
Notes: Editorial.

     5.    Almeida, Alexander Moreira de, Almeida, Angélica Silva de, and Lotufo Neto, Francisco (2005) History of spiritist madness in Brazil. History of Psychiatry, 16, 5-25.

     6.    Almeida, Alexander Moreira de, Aloe, Flávio, Lotufo Neto, Francisco, et al (2008) Versão em português da Escala de Religiosidade da Duke – DUREL. Rev. Psiquiatr. clín. 35.
Notes: CARTA AO EDITOR.

     7.    Almeida, Alexander Moreira de and Koenig, A. H. (2006) Retaining the meaning of words religiousness and spirituality. Soc Sci. Med.

     8.    Almeida, Alexander Moreira de and Koenig, Harold G. (2006) Religiousness and mental health: a review. Rev. Bras. Psiquiatr.

     9.    Almeida, Alexander Moreira de and Lotufo Neto, Francisco (2004) Mediumship seen by some pioneers of mental health. Rev. psiquiatr. Clín. 31, 132-141.

   10.    ----- (2003) Metodologia para o estudo de estados alterados de consciência. Rev. Psiquiatr. Clín., 30, 21-8.

   11.    Almeida, Angélica Aparecida Silva de (2007) Uma fábrica de loucos :psiquiatria x espiritismo no Brasil (1900-1950). Doutorado, Tese. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.
Notes: Orientador: Eliane Moura da Silva.

   12.    Almeida, Angélica Aparecida Silva de, Oda, Ana Maria Raimundo, and Dalgalarrondo, Paulo (2007) O olhar dos psiquiatras brasileiros sobre os fenômenos de transe e possessão. Rev. psiquiatr. Clín. 34, 34-41.

   13.    Almeida, Liz Maria de and Coutinho, Evandro da Silva Freire (1990) O Alcoolismo e o Hospital geral: Estudo de Prevalência junto a Demanda Ambulatorial. J. Bras. Psiquiat., 39, 27-31.

   14.    Almeida, Marília Mastrocolla de, Oliveira, Márcia Aparecida de, and Pinho, Paula Hayasi. (2008) O tratamento de adolescentes usuários de álcool e outras drogas: uma questão a ser debatida com os adolescentes?  História da psiquiatria; religião; transe; possessão; espiritismo. 35, 76-81.

   15.    Alminhana, Letícia Oliveira and Moreira-Almeida, Alexander (2009) Personalidade e religiosidade/espiritualidade (R/E). Rev. Psiquiatr. Clín. 36, 153-161.

   16.    Alves, Rômulo Romeu da Nóbrega, Alves, Humberto da Nóbrega, Barboza, Raynner Rilke Duarte, et al (2010) Influência da religiosidade na saúde. Ciênc. saúde coletiva, 15, 2105-2111.

   17.    Amaro, Jorge W. F. (1994) Filosofia e Religião: Parte I. Rev. Psiquiatr. Clín. 21, 72-9.

   18.    ----- (1994) Filosofia e Religião: Parte II. Rev. Psiquiatr. Clín. 21, 105-20.

   19.    ----- (1995) Mito e Religião. Rev. Psiquiatr. Clín. 22, 31-7.

   20.    Amaro, Jorge W. F. (1995) Psicologia e Religião, Segundo C. G. Jung. Rev. psiquiatr. Clín. 22, 1-10.

   21.    Amaro, Jorge W. F. (1995) Psicologia e Religião Segundo Freud, Fromm e Durkheim . Rev. psiquiatr. Clín. 22, 107-114.

   22.    ----- (1996) Psicoterapia e Religião. Rev. psiquiatr. Clín. 23, 47-50.

   23.    Amparo, Deise Matos do et al. (2008) Adolescentes e jovens em situação de risco psicossocial: redes de apoio social e fatores pessoais de proteção. Estud. Psicol. 13, 165-174.

   24.    Andrade, Nuno Ferreira de (1880) Das hallucinações ligadas à alienação mental. Annaes Braziliensis de Medicina, 2, 167-179.

   25.    Arfinengo, Victor Eugênio and Loredo, Sílvio (1997) Psicologia da mentalidade mágica e doenças psíquicas. R.Temas,SP, 27, 54-60.

   26.    Auguste de Saint-Hilaire (2011) HISTÓRIA DA PSIQUIATRIA: A Serra da Piedade e a Irmã Germana (1833)1. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 14.

   27.    Azevedo, Thales de (1969) Religião popular e sentimento de culpa. Rev. Brasileira de Psiquiatria, 3, 121-122.

   28.    Ballone GJ (2005) Crimes Esotéricos - revisto em; in. PsiqWeb. Internet.

   29.    Ballone GJ, Ortolani IV (2005) Transe e Possessão; in. PsiqWeb, Internet.

   30.    Baptista, Adriana Said Daher (2004) Estudo sobre as práticas religiosas e sua relação coma a saúde mental de idosos: um estudo na comunidade. Doutorado, Tese. EPM/UNIFESP.
Notes: Orientador: Prof. Dr. Sérgio Luís Blay.

   31.    Barbosa, Paulo César Ribeiro (2001) Psiquiatria cultural do uso ritualizado de um alucinógeno no contexto urbano: uma investigação dos estados de consciência induzidos em moradores de São Paulo pela iniciação ao consumo da Ayahuasca no Santo Daime e União Vegetal. Mestrado, Dissertação. Fac. Ciências Médicas. UNICAMP, 1-297.
Notes:  Orientadores: Paulo Dalgalarrondo.

   32.    Barbosa, Paulo César Ribeiro and Dalgalarrondo, Paulo (2003) Estados Alterados de Consciência. Uso ritual da ayahuasca. J. Bras. Psiquiatr, 52, 181-190.

   33.    Barros, Luiz Ferri (2001)  A Alquimia dos Grupos Anônimos de Auto-Ajuda.. Doutorado, Tese. Educação. USP, 1-350.

   34.    Bastos, Claudio Lyra (2008) Tempo e psicopatologia cultural das experiências traumáticas. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 11.

   35.    Borini, Paulo, Oliveira, Cecília Maria de, Martins, Marcelo Giovanini, et al (1994) Padrão de Uso de Bebidas Alcoólicas de Estudantes de Medicina (Marília, São Paulo) Parte I. J. Bras.Psiquiat., 43, 93-103.

   36.    Bousaso, Regina Szylit, Serafim, Taís de Souza, and Misko, Maira Deguer (2010) Histórias de vida de familiares de crianças com doenças graves: relação entre religião, doença e morte. Rev. Latino-Am. Enfermagem, 18, 156-162.

   37.    Caldas, Mirandolino (1929) As causas e a prophylaxia do suicídio. Archivos Brasileiros de Hygiene Mental, 3, 158-159.

   38.    Calvetti, Prisla Ücker, Muller, Marisa Campio, and Nunes, Maria Lúcia Tiellet (2008) Qualidade de vida e bem-estar espiritual em pessoas vivendo com HIV/AIDS. Psicol. estud.  13, 523-530.

   39.    Campos, Murillo de (2010) Delírio alucinatório crônico em um preto brasileiro, filho de africanos. História, Ciências, Saúde - Manguinhos, 17 .
Notes:
Encarregado da Seção Militar no Hospital Nacional de Alienados
FONTES:Arquivos Brasileiros de Neuriatria e Psiquiatria, Rio de Janeiro, 1.-2. sem.1924, p.49-53
N.E - Sobre este artigo, ver "O degenerado", de Octavio Domont de Serpa Jr., neste número de História, Ciências, Saúde - Manguinhos.

   40.    Campos, Zuleika Dantas Pereira (2001) O combate ao catimbó: práticas repressivas as religiőes afro-umbandistas nos anos trinta e quarenta. Doutorado, Tese. História, UFPE, 2-301.
Notes: Orientador: Prof. Antonio Torres Montenegro.

   41.    Carvalho, L. P. (1898) O Sobrenatural em Terapêutica. Doutoramento, Tese- Fac.Med.da Bahia.

   42.    Cavalcanti, Ana Márcia Tenório de Souza (2000) Aspectos epidemiológicos da esquizofrenia em adultos internados  no hospital Ulysses Pernambucano da cidade do Recife: 1997-1999 Mestrado, Dissertação. Centro De Ciências Da Saúde. Enfermagem. Univ. Fed. Da Paraíba, 1-77.

   43.    Cavalcanti, P. (1934) Estado Mental dos médiuns. Doutoramento, Tese. Fac. de Medicina do Recife.

   44.    Cerqueira Filho, Gisálio (2008) Conservadorismo religioso e "Moisés e o monoteísmo", de Sigmund Freud - uma abordagem que ainda surpreende*. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 11.
Notes:
Conferência.

   45.    Cesar, Osório (1942) Experiências metapsíquicas, com provas fotográficas sobre algumas curiosas formações teleplásticas. Rev. Paulista de Medicina, 20, 7-28.

   46.    ----- (1941) Fenomenologia do supranormal. Rev. Paulista de Medicina, 19, 49-73.

   47.    Cesar, Osório (1930) Misticismo e Loucura. São Paulo. Ofic. Gráf. do Juqueri.

   48.    Chibeni, Sílvio Seno and Almeida, Alexander Moreira (2007) Investigando o desconhecido: filosofia da ciência e investigação de fenômenos "anômalos" na psiquiatria. Rev. Psiquiatr. Clín., 34, 8-16.

   49.    Coelho, M. T. A. D. and Almeida Filho, Naomar de (2004) A transição entre a normalidade e a anormalidade mental. In: Garcia, R.; Pondé, M. // Lima, M.G.  Atualização em Psicose. São Paulo. Phonix.

   50.    Cohen, Cláudio (1992) Incesto e psicopatologia forense: um estudo de medicina social. Doutorado, Tese- Inst. Psicol.USP, 1-230.

   51.    Corrêa, Alexandre Augusto Macedo, Almeida, Alexander Moreira, Menezes, Paulo R.  et al (2011) Investigando o papel do suporte social na associação entre religiosidade e saúde mental em idosos de baixa renda: resultados do São Paulo Ageing & Health Study (SPAH). Rev. Bras. Psiquiatr.  33, 157-164.
Notes:

.

   52.    Correa, Maria Rita Almeida (1998) Grupos de psicóticos crônicos em um centro de saúde: Um estudo descritivo, sob enfoque psicossocial. Doutorado, Tese. Fac. Ciências  Med. - UNICAMP.                          1-220.
Notes: Orientador: Prof. Dr. Lídia Straus.

   53.    Coura, Rubens H. (1998) Quando os psicofármacos fazem confundir melancolia e depressão. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 1.

   54.    Câmara, Fernando Portela (2005) A função reguladora do transe e possessão ritual nos cultos espiritistas brasileiros. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 8, 617-628.

   55.    Câmara, Fernando Portela (2005) Psiquiatria Popular Brasileira: a Função Reguladora do Transe. Psychiatry On-line Brazil, 10.

   56.    Dalgalarrondo, Paulo (2007) Estudos sobre religião e saúde mental realizados no Brasil: histórico e perspectivas atuais. Rev. Psiquiatr. Clín., 34, 25-33.

   57.    ----- (2000) Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre. Edit. Artmed, 1-272.

   58.    Dalgalarrondo, Paulo (1996) Religiões cristãs evangélicas e diagnóstico psiquiátrico: dados de uma pesquisa transcultural. Rev. ABP/APAL, 18, 125-135.

   59.    ----- (1994) Religious affiliation and mental health in Brazil. Acta  Psiq. Psicol Amer. Latina. 40, 325-329.

   60.    Dalgalarrondo, Paulo, Banzato, Cláudio Eduardo Muller, and Botega, Neury José (2004) Frequência aumentada de esquizofrenia em pacientes evangélicos internados. J. Bras. Psiquiat.  53, 143-152.

   61.    Dalgalarrondo, Paulo, Gutman, Guilherme, and Oda, Ana Maria Raimundo (2007) Cezar, Osório // Bastide, Roger: as relaçőes entre arte, religião e psicopatologia. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 10, 101-117.

   62.    Dalgalarrondo, Paulo and Lotz, M. (1993)  Religious affiliation and psychiatric diagnosis: the influence of Christian sect membership on diagnosis distribution. Eur. Arch Psychiatry Clin Neurosci. 243, 47-53.

   63.    Dalgalarrondo, Paulo, Lotz, M., and Schepank, H. (1997) Religious affiliation and psychosomatic disorders. Curare, 20, 15-22.

   64.    Dalgalarrondo, Paulo, Santos, Silvia Maria Azevedo dos, and Oda, Ana Maria Raimundo. (2003) A psiquiatria transcultural no Brasil: Rubim de Pinho e as "psicoses" da cultura nacional. Rev. Bras.Psiquiatr. 25, 59-62.

   65.    Dalgalarrondo, Paulo, Soldera, Meire Aparecida, Correa Filho, Heleno Rodrigues et al (2005) Jovens pentecostais e espíritas em comparação a católicos: uso de álcool e drogas e saúde mental. J. Bras. Psiquiat., 54.

   66.    Dalgalarrondo, Paulo, Soldera, Meire Aparecida, and Correa Filho, Heleno Rodrigues et al. (2004) Religion and drug use by adolescents. Rev. Bras. Psiquiatr. 26, 82-90.

   67.    Dalla Vecchia, Marcelo and Martins, Sueli Terezinha Ferreira. (2006) O cuidado de pessoas com transtornos mentais no cotidiano de seus familiares: investigando o papel da internação psiquiátrica.  Estud. psicol. (Natal), 11, 159-168.

   68.    Dantas, Clarissa de Rosalmeida, Pavarin, Lilian Bianchi, and Dalgalarrondo, Paulo. (1999) Sintomas de conteúdo religioso em pacientes psiquiátricos. Rev. Bras. Psiquiatr. 21, 158-164.

   69.    Dantas, Rosana Aparecida Spadoti, Rossi, Lídia Aparecida, Costa, Maria Cristina Silva et al (2010) Qualidade de vida após revascularização do miocárdio: avaliação segundo duas perspectivas metodológicas. Acta paul. enferm. 23, 163-168.

   70.    Duarte, Flávia Meneses and Wanderley, Kátia da Silva (2011) Religião e espiritualidade de idosos internados em uma enfermaria geriátrica. Psic.: Teor. e Pesq., 27, 49-53.

   71.    Elias, Ana Catarina Araújo, Giglio, Joel Sales, and Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos et al. (2007) Programa de treinamento sobre a intervenção terapêutica "relaxamento, imagens mentais e espiritualidade" (RIME) para re-significar a dor espiritual de pacientes terminais. Rev. Psiquiatr. Clín.  34, 60-72.

   72.    Esperidião-Antonio, Vanderson, Majeski-Colombo, Marília, and Toledo-Monteverde, Diana et al. (2008) Neurobiologia das emoções.  Rev. Psiquiatr.Clín. 35, 55-65.

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Notes: RESENHAS DE ARTIGOS
Guilherme Gutman: Psiquiatra e psicanalista; professor adjunto do Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC - Rio (Rio de Janeiro, RJ, Brasil)
Rua Visconde de Pirajá, 595/905 - Ipanema 22410-003 Rio de Janeiro, RJ.
Fone: (21) 9106-7009 e-mail: [email protected]

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101.    Lemos, Jefferson de (2010) A propósito do tratamento dos doentes epilépticos no Hospital Nacional dos Alienados durante os anos de 1912 e 19131 (parte 3). História, Ciências, Saúde - Manguinhos. 17.
Notes:
FONTES? Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal, Rio de Janeiro, n.6, 1915, p.431-459.
N.E. - Sobre este artigo, ver "O grande mal no Cemitério dos Vivos: diagnósticos de epilepsia no Hospital Nacional de Alienados", de Margarida de Souza Neves, neste número de História, Ciências, Saúde - Manguinhos.

102.    Lemos,  Jefferson de (2010) A propósito do tratamento dos doentes epilépticos no Hospital Nacional dos Alienados durante os anos de 1912 e 1913* (parte 2). História, Ciências, Saúde – Manguinhos. 17.
Notes: FONTES: Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal, Rio de Janeiro, n.2, 1915, p.49-88.
N.E. - Sobre este artigo, ver "O grande mal no Cemitério dos Vivos: diagnósticos de epilepsia no Hospital Nacional de Alienados", de Margarida de Souza Neves, neste número de História, Ciências, Saúde - Manguinhos.
* Continuado do nº 1 do corrente ano, 1915.

103.    Lemos, Jefferson de (2010) A propósito do tratamento dos doentes epilépticos no Hospital Nacional dos Alienados durante os anos de 1912 e 1913 (parte 1). História, Ciências, Saúde – Manguinhos. 17 .
Notes:
FONTES:Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal, Rio de Janeiro, n.1, 1915, p.5-30
N.E. - Sobre este artigo, ver "O grande mal no Cemitério dos Vivos: diagnósticos de epilepsia no Hospital Nacional de Alienados", de Margarida de Souza Neves, neste número de História, Ciências, Saúde - Manguinhos.

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Notes:
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N.E. - Sobre este artigo, ver "Ordenando a babel psiquiátrica: Juliano Moreira, Afrânio Peixoto e a paranoia na nosografia de Kraepelin (Brasil, 1905)", de Ana Maria Galdini Raimundo Oda, neste número de História, Ciências, Saúde - Manguinhos.

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Notes: Professora Adjunta de Psiquiatria Infanto-Juvenil do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina – Universidade Federal da Bahia (UFBA); Doutora em Medicina Interna pela Fundação Bahiana para o Desenvolvimento das Ciências (FBDC).Historiadora, Analista de Assuntos Culturais na Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).Bióloga; Psicoterapeuta Reichiana.Bibliotecária, Especialista em Metodologia do Ensino Superior.

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189.    Watters, Ethan (2010) A americanização da doença mental*. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 13.
Notes:
OBSERVANDO A MEDICINA ENSAIO.

190.    Whitaker, E. de Aguiar (1942) Manifestações psíquicas inconscientes ou raras e espiritismo.  Revista de Neurologia e Psiquiatria de São Paulo. 8, 3-10.

191.    Zaleski, Elizabeth Gonçalves Ferreira (1996) Sentido de vida do portador da síndrome da imunodeficiência adquirida: uma questão de saúde mental para ações de enfermagem.  Mestrado, Dissertação- Imprenta, Ribeirão Preto, 1-234.
Notes:  Orientador Professor Edna Paciência Vietta.

 


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