Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Maio de 2010 - Vol.15 - Nº 5

Psicologia Clínica

PSICOLOGIA E CAPITALISMO: REFLEXÕES ACERCA DAS RELAÇÕES ENTRE SUJEITOS E MÁQUINAS MODERNAS

Braz Werneck
Mestre em Psicologia (UFRJ)
Terapeuta Cognitivo-Comportamental
Acompanhante Terapêutico

Resumo

Este trabalho tem o objetivo principal de propor uma reflexão acerca das relações que experimentamos com as unidades organizacionais do capitalismo contemporâneo e avaliar possíveis rotas de fuga para problemas inerentes ao capitalismo. Com base nas reflexões de alguns autores através dos tempos, propomos uma visão que possa englobar a preocupação com o ser humano e com a produtividade dentro das empresas. Para que tal forma de conceber o mundo seja possível, faz-se necessário descortinar o próprio capitalismo, denunciando a sua origem humana e a sua forma de existir não-humanista. Além disso, consideramos necessária a observação e crítica de algumas das formas de relação presentes no capitalismo como as lideranças falhas e o medo subliminar. A partir de uma discussão teórica que perpasse esses temas, procuramos formas novas e dinâmicas de evitar o adoecimento por causa do trabalho; o adoecimento por aquilo que se tem obrigação de fazer. 

Descritores: psicologia, capitalismo, trabalho.

Psychology and Capitalism: reflections about the relations between people and modern machines

Abstract

The aim of this paper is to propose a reflection about the relations that we try with the business unities of the contemporary capitalism and to value possible routes of escape for problems inherent in the capitalism. On basis of the reflections of some authors through the times, we propose a vision that could include the preoccupation with the human being and with the productivity inside the enterprises. For what about form of conceiving the world it be possible, it is made necessary the capitalism itself unveils, denouncing his human origin and his form of existing non-humanist. Besides, we find necessary the observation and criticism of some of the present forms of relation in the capitalism like the faulty leadership and the fear subpreliminary verdict. From a theoretical discussion that goes by these subjects, we look for the new and dynamic forms of avoiding the loss of health because of the work; the loss of health because of we have to do for living.

 

Keywords: psychology, capitalism, work.

Introdução

O capitalismo é inegavelmente uma das mais complexas fontes de divergências e reflexões de todos os tempos. Seu entrelaçamento com a Psicologia pode ser observado, com facilidade na forma como as empresas se relacionam com que se denomina hoje de capital humano. As empresas, com seus mecanismos complexos de funcionamento, são por nós comparadas, no presente estudo, a máquinas modernas, tendo a complexidade e o paradoxo como suas principais características de repercussão psicológica.

            Atualmente, a partir de várias produções teóricas na área da psicologia do trabalho ou psicologia organizacional[1], pode-se observar a importância dada às relações interpessoais no contexto institucional. A partir desse pensamento, procura-se aqui, uma conexão entre o pensamento de alguns autores que contemplaram em sua obra o estudo das relações de trabalho e das relações do modo de produção capitalista com o ser humano que é o grande articulador e mantenedor de toda a ordem vigente, por mais que tal ordem lhe seja, vez ou outra, perniciosa.

            Tomando por base as ideias de pensadores clássicos como Maquiavel, Marx, Nietzsche e Spinoza e algumas concepções contemporâneas, oferecidas por Hobsbawm, Dejours e Bauman, entre outros, propomos uma reflexão acerca do lugar que cada um de nós ocupa na contemporaneidade no que diz respeito ao modelo das organizações e às relações de trabalho, dentro de ambientes organizacionais, como empresas, instituições, etc.

           

Psicologia Institucional e Gestão de Pessoas

Uma das principais considerações que devem ser feitas é sobre a necessidade de se investir em novas formas de relação entre as instituições e organizações e as pessoas que compõem o seu quadro de colaboradores. Assim, pode-se, em um segundo momento, formular normas práticas para a avaliação do desempenho humano dentro da organização, qualquer que seja.

            A forma de se conceber o ser humano como colaborador, funcionário etc. dentro de uma organização vem sendo adaptada às demandas contemporâneas do capitalismo. Conforme a alusão acima, nos dias de hoje, é comum que um trabalhador não seja mais chamado de trabalhador, mas de colaborador, por exemplo. A mudança de nome é seguida por uma mudança de visão que o mundo empresarial estabelece a respeito de seus funcionários, empregados ou colaboradores. Tentando deixar entre parêntesis o motivo pelo qual acontece essa nova postura, é possível simplesmente constatá-la e trabalhar a partir dela.

            Pretende-se aqui, partir de um esboço de modelo do que se entende hoje por gestão de pessoas e psicologia institucional para, em seguida, propor uma utilização das ideias dos referidos autores como norteadoras de uma relexão inicial sobre o lugar que qualquer pessoa ocupa na forma pela qual se estabelecem as instituições e organizações capitalistas.

            Não é o objetivo deste estudo construir uma detalhada investigação sobre o que venha a ser a Psicologia Institucional, mas estabelecer uma ponte entre as necessidades observadas no mundo empresarial contemporâneo e as possibilidades que podem ser encontradas com uma visita às reflexões críticas feitas por vários autores ao longo dos tempos.

            Segundo Bleger (2007/1984) o estudo das instituições se compõe de atuações no campo organizacional com dedicação crucial à estrutura e à dinâmica das instituições, à sua psicologia e à estratégia do trabalho em psicologia institucional.

            Este autor ainda propõe como mais importante do que um estudo das instituições em si mesmas, uma atenção especial à estratégia do psicólogo no trabalho institucional.

            A importância conferida às instituições se apoia na premissa utilizada neste trabalho de que o ser humano apresenta a tendência a se organizar em grupos e a buscar aprovação e um bom desempenho nesses grupos. As instituições e organizações apresentam necessariamente grupos em sua base estrutural.

            Consideramos que a psicologia institucional esteja diretamente ligada à gestão de pessoas, por conta da essência humana, mas não necessariamente humanista, das organizações. Segundo Fischer:

 

Toda e qualquer organização depende, em maior ou menor grau, do desempenho humano para seu sucesso. Por esse motivo, desenvolve e organiza uma forma de atuação sobre o comportamento que se convencionou chamar de modelo de gestão de pessoas. (2002; p. 11)

 

            Além disso, ainda segundo Fischer:

 

Entende-se por modelo de gestão de pessoas a maneira pela qual uma empresa se organiza para gerenciar e orientar o comportamento humano no trabalho. Para isso, a empresa se estrutura definindo princípios, estratégias, políticas e práticas ou processos de gestão. (2002; p. 12).

 

            Propomos logo de início uma separação entre essência humana e essência humanista. Entendemos que tal rigor deva ser aplicado porque uma essência humanista poderia ser conflitante com uma essência capitalista, cujo foco principal é a produção e não o ser humano.

            Com base nas ideias de Fischer, consideramos que a gestão de pessoas pode ser encarada como uma fase de aperfeiçoamento das tradicionais práticas de recursos humanos por abrirem espaço, em seu embasamento teórico, para uma preocupação maior com o ser humano, tentando conciliar a necessidade de lucro às possibilidades produtivas de cada corpo.

           

A expressão gestão de pessoas também não significa a simples tentativa de encontrar um substituto renovador da noção, já desgastada, de administração de recursos humanos. Seu uso procura ressaltar o caráter da ação – a gestão e seu foco de atenção: as pessoas. (ibidem; p. 32).

 

 

As mazelas do Capitalismo

Cabe aqui a explicação do principal motivo para a escolha deste tema de trabalho: o paradoxo subliminar que pode existir nesta questão. Caso se trabalhe com maior preocupação com o bem-estar e a boa condição do ser humano envolvido na produção, será possível atingir metas tão difíceis que muitas vezes a competitividade exige? Para que esta pergunta, tão comum entre os inseridos no contexto organizacional, possa se deslocar e gerar reflexões preocupadas com uma crítica consistente do modelo capitalista, sem uma atitude de demonização das relações capitalistas, adotamos algumas proposições que consideramos pertinentes para qualquer profissional que atue no campo da Psicologia do Trabalho.

            Uma das intenções deste estudo é uma análise das possibilidades sob um prisma tão produtivo quanto possível, a respeito das relações entre membros de grupos hierárquicos. Para este caso, podemos nos remeter às ideias de Spinoza:

 

A nossa conclusão será, portanto, a de que o povo pode conservar sob um rei uma ampla liberdade, desde que o poder do rei tenha por medida o poder do próprio povo e não tenha outra proteção senão o povo. É a única regra que segui ao definir os princípios fundamentais do Estado Monárquico. (1994/1677; p. 98).

 

            Basicamente, nos dirigimos às concepções de Spinoza acerca da liderança e dos seus afluentes. O que entendemos por afluentes da liderança são relações de poder cristalizáveis de acordo com a concepção de cada líder. É possível que um líder transforme um bando de pessoas em um grupo produtivo que consiga destaque em sua função. Aliás, a própria função de um líder – figura que aparece atualmente nas empresas sob a alcunha de gestor – deve englobar a capacidade para avaliar as competências de seus comandados e delegar as funções que mais tenham a ver com cada um deles. O objetivo deve sempre ser o de proporcionar um melhor desempenho.

            A liderança, entretanto, é uma tarefa muito complicada. Atrevemo-nos a dizer inclusive que não possa ser exercida por qualquer pessoa. Para ser um líder, o homem deve apresentar todas as competências que seus comandados apresentam e ter a condição de servir de exemplo, quanto a todas as normas institucionais. Não obstante, devemos dizer que a competência técnica é a característica mais fácil de ser encontrada em um líder. O maior problema é a competência humana. Ser capaz de oferecer liberdade e autonomia para seus comandados não é algo geralmente desejável no ambiente institucional capitalista. A própria palavra autonomia não combina muito com o sistema capitalista. Aos indivíduos que se rebelam por sua autonomia produtiva e existencial, o sistema acaba por reservar o ocaso na forma de exclusão.

            Concebemos essas questões como cruciais no movimento de emancipação da cultura organizacional capitalista, por tratarem de formas possíveis de lidar com o elemento mais importante, mais imprevisível e por isso mesmo mais perigoso da engrenagem capitalista: o homem.

            Outro fator relevante para a investigação do tratamento dispensado ao elemento humano é a forma que a sociedade adquire a partir dos tempos em que o consumo é força motriz da sociedade.

            Em tempos de sociedade de consumo, o homem desempenha um papel diferente daquele que lhe era atribuído à época da sociedade de produção. Como consumidor passa a ter um poder diferente; um poder que lhe confere poder. Bauman (1999) ressalta, entretanto, que a diferença entre a sociedade de consumo e a sociedade antecessora – a de produção – não deve ser encarada como tão radical. Ainda assim, deve-se dar alguma atenção à sutil diferença do colaborador consumidor para o empregado produtor. Segundo Bauman:

 

A sociedade moderna tem pouca necessidade de mão-de-obra industrial em massa e de exércitos recrutados; em vez disso, precisa engajar seus membros pela função de consumidores. A maneira como a sociedade atual molda seus membros é ditada primeiro e acima de tudo pelo dever de desempenhar papel de consumidor. A norma que nossa sociedade coloca para seus membros é a da capacidade e vontade de desempenhar esse papel. (1999; p. 88).

            Desse modo, vimos erigir a hipótese de que as formas de relação interpessoal a serem estabelecidas num sistema capitalista voltado para a vontade do sujeito exercer o seu papel social, qualquer que seja esse papel, serão igualmente voltadas para o controle de variáveis relacionadas a tais empenho e desempenho. O investimento das organizações e do sistema dominante na descoberta de possibilidades de maior engajamento do indivíduo não é por nós encarado como um investimento no indivíduo, mas em sua capacitação para possível exploração posterior de sua produtividade. Tudo como sempre foi. Um mundo regido pela competitividade ainda é a concepção do momento. Modernidade, pós-modernidade; todos os termos que sugerem alguma mudança nos paradigmas e nas concepções ainda não foram capazes de gerar uma forma de ver o ser humano que possa prescindir do furor do capital e da máquina de guerra que é a competitividade. Nas palavras de Hobsbawm:

 

Na “luta pela existência” que forneceu a metáfora básica do pensamento econômico, político, social e biológico do mundo burguês, somente os “mais capazes” sobreviveriam, sendo sua “capacitação” comprovada não apenas por sua sobrevivência mas também por sua dominação. A maior parte da população mundial tornou-se vítima daqueles cuja superioridade econômica, tecnológica e consequentemente militar era inconteste e parecia indestrutível.... (1996; p. 171).

 

 

            Para escapar ao que poderíamos nomear como uma crítica autofágica, ou seja, para continuar observando alguma possibilidade de sustentação saudável em meio a essas vertentes aparentemente desumanas de tratamento ao elemento essencial do capital humano, é necessária uma válvula de escape. Só mesmo com uma válvula de escape, com um mecanismo sub-reptício de defesa contra a nossa consciência nos seria possível investir cada vez mais em um modo de produção que faz cada vez mais vítimas. É preciso desculpar o capitalismo por sua forma de ser.

            Antes de tudo é preciso transformar o capitalismo em um ente que não seja dependente dos homens, uma espécie de Ser que tenha a sua própria forma de pensar e agir; algo como uma máquina que se rebele contra os seus criadores, como acontece no filme “O Exterminador do Futuro” (James Cameron, 1984). No filme em questão, as máquinas – símbolo da modernidade e da evolução humana – dão um recado aos seus próprios criadores. Recado este que poderia ser livremente interpretado como: “mesmo que vocês tenham tido as melhores intenções, isto não foi suficiente. Nós crescemos e vamos tomar o lugar de vocês, humanos”.

            A partir deste pensamento, podemos seguir a linha de um movimento que tira do homem a responsabilidade por tal rebelião de máquinas. No caso do capitalismo, faz-se isso com o sistema. Simplesmente, desvinculamos o capitalismo de seus criadores e mantenedores – nós mesmos – para transformá-lo num monstro que adquiriu vida repentinamente e se atribuiu a missão de fazer sucumbir aqueles que não tenham condições de se adaptar ao sistema.

            O capitalismo é humano, mas não é humanista. Sendo assim, precisamos de várias estratégias para nos defender de nossas próprias reflexões. Precisamos de algo que nos faça suportar os subempregados, os miseráveis, sem que nós nos rebelemos contra os nossos próprios sonhos de consumo. A partir das palavras de Dejours, podemos iniciar alguma reflexão:

 

O subproletariado de que vamos falar é aquele que habita as zonas periurbanas. Não se trata aqui de uma classe social no sentido que os homens políticos italianos, por exemplo, entendem. Mas da ficção da população que ocupa as favelas ou os cortiços, geralmente jogados nas periferias das grandes cidades. Esta população não se caracteriza pela participação comum em uma mesma tarefa industrial. Ao contrário, o que a une é mais o não-trabalho e o subemprego. (...) nesse universo do subúrbio, as contradições aparecem ainda mais gritantes do que em qualquer outro lugar. (1992; p. 27).

 

 

            Como alternativa mágica à constatação da existência de uma maioria subproletária, visitamos, ainda que em sonhos, a tão admirada classe social das oportunidades de mudança. Classe que faz com que o homem capitalista, ou capitalizado, tenha o direito de sonhar com um futuro de conforto, mas mais do que isso, um futuro de inclusão. Essa inclusão acontece por meio do trabalho, mas tem reverberações em todos os pontos de contato do homem com outros homens. Todos os grupos são permeados pela noção de que quem trabalha e ganha dinheiro é uma pessoa eficiente na sociedade. Segundo Hobsbawm:

 

Portanto, economicamente, a quintessência do burguês era um “capitalista” (isto é, o possuidor de capital, ou aquele que recebia renda derivada de tal fonte, ou um empresário em busca de lucro, ou todas essas coisas juntas). E, de fato, o “burguês” característico ou o membro da classe média de nosso período incluía poucas pessoas que não entrassem numa dessas categorias. (1996; p. 336).

 

Conclusões e Propostas

Não há como rechaçar a ideia de que o modo de vida capitalista está cada vez mais arraigado e fortalecido em nossa cultura. A proposta que vimos fazer, passa então, por uma reflexão acerca das condições de escolha que os envolvidos no trabalho institucional e nas empresas em geral podem vir a ter, com o simples objetivo de que o homem não adoeça fazendo aquilo que é obrigado a fazer.

            No capitalismo contemporâneo fica cada vez mais clara a obrigatoriedade de escolher coisas. A forma que os mantenedores do sistema encontram para controlar seus súditos é aprender a manipular o medo. Um homem com medo passa a ser escravo. No entanto, o medo contemporâneo não tem muito a ver com medo da que uma fera predadora, um grande carnívoro nos venha roubar a nossa caça ou mesmo a querer comer um de nossos filhotes. O medo é subliminar e, assim, mais eficaz. Conforme lembra Bauman:

 

Além disso, há muito mais infortúnios sendo proclamados iminentes do que aqueles que acabam realmente ocorrendo, de modo que sempre podemos esperar que este ou aquele desastre recentemente anunciado acabe nos ignorando. Que computador foi danificado pelo sinistro bug do milênio? Quantas pessoas você conhece que foram vítimas dos ácaros de tapete? Quantos amigos seus morreram da doença da vaca louca? Quantos conhecidos ficaram doentes ou inválidos por causa de alimentos geneticamente modificados? (...) Os pânicos vêm e vão, e embora possam ser assustadores, é seguro presumir que terão o mesmo destino de todos os outros. (2008; p. 14).

 

            A proposta final visa a um modelo que leve pelo menos a uma saída para o risco de adoecimento no trabalho. Procuramos vincular o trabalho não a uma atividade utopicamente prazerosa, mas a uma obrigação que traga satisfação, pelo menos, pelo lado ocupacional, já que pelo lado financeiro e social tem sido uma realização cada vez mais difícil.

            O ser humano não deveria ser atrelado obrigatoriamente a um trabalho que não lhe trouxesse um mínimo de satisfação. Novamente, citando Dejours:

 

A propósito deste exemplo [estrutura mental complicada dos pilotos de caça] é fácil observar-se a dificuldade em distinguir na insatisfação no trabalho o que é proveniente do conteúdo ergonômico do trabalho. Dada a diversidade das exigências da tarefa, a multiplicidade dos prejuízos, e a quantidade de aptidões e de qualidades psicomotoras e psicossensoriais requeridas, é fácil constatar que este trabalho só pode convir a um número limitado de indivíduos. Dados os riscos materiais e estratégias, é fácil constatar que não se pode impor estas tarefas a qualquer trabalhador, a exemplo do que se passa nos outros ramos de atividade. Nós dissemos que o medo relativo ao risco que supõe uma tarefa pode ser modulado de alguma maneira pela relação com a satisfação. (1992; p. 88).

Referências Bibliográficas

 

Bauman, Z. (1999). Globalização: as consequências humanas.Rio de Janeiro. Zahar.

_________  (2008). Medo Líquido. Rio de Janeiro. Zahar.

Bleger, J. (1984). Psico-higiene e Psicologia Institucional. Porto Alegre. ARTMED.

Dejours, C. (1992) A Loucura do Trabalho: estudo de psicopatologiado trabalho. São Paulo. CORTEZ.

Hobsbawm, E. (2007). A Era do Capital: 1848- 1875. São Paulo. Paz e Terra.

Limongi-França, A. C., et al (2002). As pessoas na organização. São Paulo. GENTE.

Maquiavelo, N. (1994/1532). El príncipe: anotado por Napoleón Bonaparte. Barcelona, Espanha. EDICOMUNICACIÓN.

Spinoza, B. de (1994/1677). Tratado Político. São Paulo. Ícone.



[1] Não é objetivo discutir e ser preciosista quanto à nomenclatura.


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