Volume 22 - Novembro de 2017
Editores: Giovanni Torello e Walmor J. Piccinini

Setembro de 2009 - Vol.14 - Nº 9

Psiquiatria na Prática Médica

PERFIL DOS PACIENTES ENVOLVIDOS EM TENTATIVAS DE SUICÍDIO POR INTOXICAÇÃO EXÓGENA NO PRONTO SOCORRO DE TAUBATÉ

Eduardo Martins Lara
Marcelo Souza Xavier
Márcia Gonçalves

1 – Resumo

            O suicídio é um problema de saúde pública, respondendo por 0,4-0,9% de todas as mortes no mundo, 3ª causa entre adolescentes. A cada dia 1000 pessoas tentam suicídio no mundo.

            Estudos mostram que correlação entre suicídio e distúrbios psiquiátricos é importante, com risco para um paciente psiquiátrico até 12 vezes maior. E dentre os transtornos psiquiátricos os mais comuns são o transtorno maior do humor e o alcoolismo.

           Dentre as tentativas de suicídio é importante avaliar as intoxicações exógenas, que são responsáveis por 25% das tentativas.

            Objetivos: avaliar a incidência e o perfil epidemiológico dos pacientes envolvidos com tentativas de suicídio por intoxicações exógenas, analisando se existe o predomínio de alguma característica, como: idade, sexo, escolaridade, local da tentativa, mês em que ocorrem mais tentativas de suicídio, horário da tentativa, tempo decorrido até a  chegada do paciente  ao PSM - Taubaté, agente utilizado, quantidade em número de comprimidos,e evolução. 

              Metodologia: análise retrospectiva de dados do Centro de Controle de Intoxicações (CCI) do município de Taubaté, do período de 2003 e 2004, coletando os dados disponíveis nos prontuários. uma análise dos dados coletados dos prontuários, associado a um questionário (anexo 2) preenchido pelo plantonista do CCI.  

 

2 – Introdução:

O suicídio é um problema de saúde pública, responsável por 0,4-0,9% de todas as mortes no mundo, sendo a 8ª causa de morte nos EUA, e a 3ª entre os adolescentes (Kaplan, 1999; Hallfors, 2004, Rutter, 2004). Estima-se que a cada dia 1000 pessoas tentem suicídio no mundo (Kaplan, 1999).

            Estudos mostram que a correlação entre suicídio e distúrbios psiquiátricos é importante. Estima-se que o risco entre os pacientes com transtornos psiquiátricos possa atingir até 12 vezes mais do que os pacientes sem transtornos psiquiátricos. Em um outro estudo IOWA-500, obteve 5,5% dos pacientes psiquiátricos com tentativa de suicídio, contra 0,6% dos paciente controles (Kaplan, 1999).

            Dentre os transtornos psiquiátricos os mais comuns são o transtorno maior do humor (Amish, ;Kaplan, 1999; Hans, 2004), e o alcoolismo. Nos pacientes com esquizofrenia, a incidência de suicídio está em torno de 10%. Em alcoolistas 20%, e os com personalidade anti-social 5%, como demonstração da influência das diversas doenças psiquiátricas (Kaplan, 1999).

Segundo Arango et al (2001), suicídio e depressão estão associados com redução de neutrotransmissores serotoninérgicos. No suicídio há uma redução dos receptores da serotonina e um aumento pós-sinaptico dos receptores 5-HT (1A) localizados no córtex pré-frontal. Já na depressão há uma redução difusa dos receptores de serotonina da região dorsal até o córtex pré-frontal.

             Entre os pacientes com depressão, principalmente entre os adolescentes, o tabagismo, alcoolismo e atividade sexual aumentam significativamente as taxas de ideação e tentativas de suicídio, sendo este fato mais importante entre as mulheres (Hallfors, 2004). Nas mulheres há também a influências dos ciclos hormonais, sendo definida a maior incidência de suicídio na fase folicular (Cayköylü, 2004). Outro ponto importante demonstrado foi o de maior ocorrência de suicídios na região rural que na urbana (Bridges, 2004). Existem referências que afirmam a influência de medicamentos no aumento do número de suicídios (Fergusson, 2005; Ullrich, 2003)

            Dentre as tentativas de suicídio é importante avaliar as intoxicações exógenas, já que segundo dados ingleses, estes são responsáveis por 25% das tentativas. E as drogas mais utilizadas são paracetamol, benzodiazepinicos e antidepressivos triciclicos, psicotrópicos, mistura de droga (Gunnel, 2004; Polewka, 2004). Este estudo sugere a necessidade de se avaliar se existem transtornos psiquiátricos de base nesses pacientes, que leve ao uso dessas substâncias.

 

 Objetivos

 

·        Avaliar a incidência de tentativas de suicídio por intoxicações exógenas no unicípio de Taubaté.

·        Realizar um levantamento de dados psicossociais  para se avaliar o perfil dos pacientes que tentam suicídio com intoxicações exógenas, analisando se existe o predomínio de cada característica, como idade, sexo, escolaridade, local da tentativa, mês em que ocorrem mais tentativas de suicídio, horário da tentativa, tempo decorrido até a chegada do paciente ao PSM – Taubaté, agente utilizado, quantidade em números de comprimidos, e evolução.

 

Pacientes e Metodologia

 

a) Local e data do estudo: Através de uma análise retrospectiva serão levantados dados do Centro de controle de intoxicações (CCI) situado dentro do Pronto Socorro Municipal de Taubaté, durante o ano de 2005.

b) População do estudo: Serão avaliados prontuários de todos os pacientes atendidos no Centro de Controle de intoxicações, por tentativa de suicídio, durante todo o ano de 2003 e 2004.

c) Coleta de dados:  Através dos prontuários do  CCI-Taubaté, será preenchido um formulário, para cada paciente, com os dados registrados durante o atendimento do paciente, como no anexo 1. A seguir os dados serão analisados utilizando o programa Epi Info 6.0 e realizados os testes estatísticos cabíveis, utilizando o programa Bioestat 2.0.  Numa segunda etapa do trabalho será preparado um complemento a ficha de atendimento utilizada pelo CCI para os pacientes que tentaram suicídio, com base nos dados que não são coletados e que são de importância para avaliar os pacientes envolvidos com suicídio. Esse complemento será anexado a ficha de atendimento, e aplicado no período de um ano, avaliando posteriormente o resultado do uso do mesmo.              

 

Resultados; Discussão e Conclusões

            Foram encontradas 404 tentativas de suicídio por intoxicações exógenas no período de Janeiro de 2003 a Dezembro de 2004. A maior incidência de tentativa de suicídio foi no sexo feminino, com 253 casos (62,63%); em contra partida temos o sexo masculino sendo representado por 151 casos (37,37%)(Gráfico 1).

Gráfico 1 – Incidência, por sexo,  das tentativas de suicídio por intoxicação exógena nos anos de 2003 e 2004


          Na distribuição das tentativas de suicídio pelos meses do ano, o mês de maior incidência foi fevereiro (51 tentativas – 12,63%). Nos demais meses o número de tentativas de suicídio foram: Janeiro 41 (10,15%); Março 34 (8,41%); Abril 35 (8,67%); Maio 32 (7,93%); Junho 34 (8,41%); Julho 25 (6,18%); Agosto 39 (9,66%); Setembro 26 (6,43%); Outubro 26 (6,43%); Novembro 32 (7,93%); Dezembro 29 (7,17%), como demonstra a tabela 1.

 

Tabela 1 - Incidência das tentativas de suicídio por intoxicação exógena, por mês

 

Masculino

Feminino

Total

Janeiro

18

23

41

Fevereiro

17

34

51

Março

17

17

34

Abril

18

17

35

Maio

5

27

32

Junho

14

20

34

Julho

8

17

25

Agosto

7

32

39

Setembro

12

14

26

Outubro

9

17

26

Novembro

17

15

32

Dezembro

9

20

2

         

             A faixa etária predominante foi dos 21 aos 30 anos de idade, responsável por 32,92% das tentativas (tabela 2). Sendo seguida por 31 a 40 anos (18,56%), 16 a 20 (17,57%), 41 a 50 anos (16,33%), 11 a 15 anos (6,68%), 51 a 60 anos (3,21%), 61 a 70 anos (2,22%), 71 a 80 anos (0,49%).

 

Tabela 2 - Faixa etária dos pacientes que tentaram suicídio com intoxicação exógena, separados por sexo

 

Masculino

Feminino

Total

11-15 anos

2

25

27  (6,68%)

16-20 anos

12

59

71 (17,58%)

21-30 anos

56

77

133 (32,93%)

31-40 anos

36

39

75 (18,57%)

41-50 anos

26

40

66 (16,33%)

51-60 anos

7

6

13 (3,21%)

61-70 anos

6

3

9 (2,22%)

71-80 anos

2

0

2 (0,49%)

NR*

 

 

8 (1,99%)

* NR = não responderam

 

           Analisando o grau de escolaridade dos indivíduos que tentaram suicídio temos: 6,62 % dos homens, com 1º Grau incompleto; 21,2 %, com 1º Grau completo; 20,5 %, com 2º Grau incompleto; 16,5 %, com 2º Grau completo; 0,66 %, com ensino de nível superior incompleto; e 0,66 %, analfabetizado. Já, no sexo feminino encontramos: 6,71 %, com 1º Grau incompleto; 17,8 %, com 1º Grau completo; 20,1 %, com 2º Grau incompleto; 15 %, com 2º Grau completo; 0,3 %, com nível de ensino Superior incompleto, assim como no nível superior.

A  avaliação mostrou de um modo geral predomínio do 2º Grau incompleto para o indivíduo exposto a tentativa de suicídio. Alguns prontuários não possuíam a informação em questão, sendo representados pelo item “ Não se Aplica ” tendo o valor correspondente de 15,5 % (Tabela 3 / Gráfico 2).

 

Tabela 3 –  Nível de Escolaridade dos pacientes que tentaram suicídio por intoxicação exógena.

 

 

Masculino

 Feminino

Total

1º Grau Incompleto

6,62%

6,71%

6,70%

1º Grau Completo

21,20%

17,80%

19,00%

2º Grau Incompleto

20,50%

20,10%

20,30%

2º Grau Completo

16,50%

15,00%

15,60%

Superior Incompleto

0,66%

0,30%

0,50%

Superior Completo

0%

0,30%

0,20%

Não se Aplica

        0%

0%

15,50%

Analfabeto

0,66%

0%

0,20%

 


Gráfico 2 – Nível de Escolaridade.

 

          Ao se verificar o local onde os pacientes realizaram a tentativa de suicídio o predomínio foi a residência, responsável por 399 (98,77%) pacientes. Os demais foram trabalho com 3 (0,74%) pacientes, e outros locais com 2 (0,49%) pacientes.         E ao se verificar o tipo de exposição à substância, foram classificadas em Aguda – Única; Aguda – Repetida e Crônica. Tendo a seguinte distribuição: 388 (96,03%)  em Aguda – Única; 17 (4,20%)  Aguda – Repetida e  6 (1,48%) Crônica. Também se avaliando o horário em que houve maior índice de tentativas. Em ordem decrescente obteve-se das 18 às 24 horas (131 – 38,99%), das 12 às 18 horas (108 – 32,15%), das 6 as 12 (69 – 20,53%) e das 24 às 06 (28 – 8,33%).

            O tempo decorrido da tentativa de suicídio até a procura do atendimento médico no pronto socorro municipal foi outro tópico analisado obtendo variação de 10 minutos a 03 dias.

No entanto, a maioria dos pacientes procura atendimento em até duas horas da tentativa (33,91%) (tabela 4 / Gráfico 3).

 

Tabela 4 – Tempo decorrido da tentativa de suicídio até a procura por atendimento médico especializado.

 

Masculino

Feminino

Total

Até 30 minutos

 

 

 

até 1 hora

33

50

83 (20,55%)

Até 2 horas

19

35

54 (13,36%)

Até 3 horas

11

11

22 (5,44%)

Até 4 horas

10

20

30 (7,43%)

Até 5 horas

6

7

13 (3,21%)

Até 6 horas

3

8

11 (2,73%)

Até 7 horas

0

1

1 (0,24%)

Até 8 horas

3

8

11 (2,73%)

Até 9 horas

1

3

4 (1,00%

Até 10 horas

3

2

5 (1,23%)

Até 11 horas

0

1

1 (0,24%)

12 horas ou mais

16

23

39 (9,66%)

NR*

 

 

130 (32,18%)

 

 

 

 

 

* NR  Não responderam Gráfico 3 :

 

           

Dentre os agentes utilizados pelos pacientes nas tentativas de suicídio a mais comum foi o uso de medicamentos e o menos comum foi o uso de produtos domésticos. As substâncias foram separadas em grupos, como demonstra o Gráfico 4.

 

Gráfico 4 - substâncias utilizadas pelos pacientes nas tentativas de suicídio por intoxicações exógenas.

 

             O item Medicamentos foi dissecado em: AINES, Ansiolíticos, Antidepressivos, Antipsicóticos, Anticonvulsivantes, Fitoterápicos, e Psicoestimulantes. Encontramos que utilizaram AINES, Ansiolíticos, Antidepressivos, Antipsicóticos, Anticonvulsivantes, Fitoterápicos, e Psicoestimulantes.

           Os ansiolíticos foram detalhados avaliando o SAL mais utilizado. Foram utilizados: Alprazolam (2 Masculino, 2 Feminino), Bromazepam (0 M, 3 F), Clonazepam (3 M, 24 F), Clordiazepóxido (0 M, 1 F), Diazepam ( 8 M, 29 F), Lorazepam (5 M, 6 F), e Midazolam (0 M, 3 F). 

 

Gráfico 5. Ansiolíticos

            Na categoria Anticonvulsivantes foram abordados: Carbamazepina, Fenobarbital e Hidantal. Obtendo 21 pacientes utilizando Carbamazepina (10 M, 11 F), 17 com Fenobarbital (6 M, 11 F) e 1 com Hidantal (feminino).

          

  A categoria Antipsicóticos analisou : Haloperidol e Clorpromazina, como mostra a tabela .

 

Tabela 5 – antipsicóticos utilizados como tentativa de suicídio com intoxicações exógenas

 

 

Masculino

Feminino

Total

Haloperidol

2

1

3

Clorpromazina

1

1

2

 

        O item Agrotóxico também foi sub-dividido em: Carrapaticida, Herbicida, Inseticida e Raticida, sendo o de maior incidência o uso de raticidas (tabela)

 

Tabela  - Agrotóxicos utilizados

 

 

Masculino

Feminino

Total

Carrapaticida

9

7

16

Herbicida

5

0

5

Inseticida

10

7

17

Raticida

26

14

40

 

             Um outro alvo da pesquisa foi avaliar a quantidade em números de comprimidos, que era referido pelas pessoas que cometeram a tentativa de suicídio, ou no momento do atendimento inicial, se as mesmas se encontrassem conscientes; ou posteriormente no setor de Psiquiatria, onde os pacientes dão continuidade ao tratamento recebendo avaliação de psiquiatras. A quantidade de comprimidos foi diferenciada em grupos de 5 comprimidos, de forma adicional, até acima de 50. A faixa de maior incidência foi o uso de 6 a 10 comprimidos na tentativa de suicídio por intoxicação exógena, como pode ser verificado no Gráfico 6 .

 

Gráfico 6 – Número de Comprimidos.

 

Tabela 6

 

Masculino

Feminino

Total

1 a 5

8

20

28

6 a 10

19

45

64

11 a 15

3

14

17

16 a 20

15

37

52

21 a 25

3

6

9

26 a 30

4

8

12

31 a 35

2

0

2

36 a 40

1

9

10

41 a 45

1

2

3

46 a 50

1

1

2

Mais de 50

5

16

21

 

     

O  último critério avaliado foi a evolução dos pacientes após o atendimento médico.

Os números apontam para: 384 (95,04%) Cura; 19 (4,70%) Cura não Confirmada (quando foi conduta fornecida a outra instituição, não obtendo retorno quanto a evolução do paciente); e 1 (0,24%)  Morte.

            Houve predomínio das tentativas de suicídio no sexo masculino no estudo de Goias (2004), Rocchi (2004) e Rapeli (2003, 1998), diferenciando do estudo em questão que encontrou um predomínio no sexo feminino.

            A faixa etária de maior incidência no estudo foi de 21 a 30 anos, semelhante ao encontrado por Zambrone (     ) que encontrou a faixa dos 21 aos 35 anos e por Rapeli (1998), que obteve média de idade de 29 anos. Foi inferior ao encontrado por Rapeli (2003) que obteve média de idade de 32,6 anos, e Gaspari (2002) com média 37,4 anos.

            Em relação ao local de ocorrência da tentativa, o encontrado no estudo coincidiu com o encontrado por Goias (2004), sendo a zona urbana o mais freqüente, mas diferiu de Bridges (2004) no qual o mais freqüente foi a maiorias das tentativas ocorrerem na zona rural.

            O índice de cura dos pacientes foi de 82,70% em Goiás (2003), 83,30% em Zambrone (  ), 93,38% em Rapeli (2003) e 90,53% em Rapeli (1998), sendo os dois últimos os mais próximos do encontrado neste estudo 95,04.

            A substância mais utilizada pelos pacientes na tentativa de suicídio neste estudo concorda com o encontrado no Centro de Informações Toxicológicas de Santa Catarina (2004), com Sistema Nacional de Informações Toxico-farmacologicas e com Gaspari (2002), sendo o uso de medicamentos. Mas diverge do Zanbrone (   ) em que o produto mais utilizado foram os praguicidas (46,9%), obtendo os medicamentos o segundo lugar, com 18,8%.

 

Referências Bibliográficas

 

Arango V et al. Serotonin 1A receptors, serotonin transporter binding and serotonin transporter mRNA expression in the brainstem of depressed suicide victims. Neuropsychopharmacology, v. 25, n. 6. p. 892-903, 2001.

 

Bridges FS; Clark LN. Suicide and homicide in rural areas of California. Psychol Rep. v. 95, n. 3, Pt 1, p 905-6, 2004.

 

Cayköylü A et al. The possible factors affecting suicide attempts in the different phases of the menstrual cycle. Psychiatry Clin Neurosci. v. 58, n. 5, p. 460-4, 2004.

 

Fergusson D et al. Association between suicide attempts and selective serotonin reuptake inhibitors: systematic review of randomised controlled trials. BMJ. v. 330, n. 7488, p. 396, 2005.

 

Gaspari, VPP; Botega, NJ. Rede de apoio social e tentativa de suicídio . J.bras.psiquiatr.vol.51 (4): 233-240,2002.

 

Gunnell D et al. Medical management of deliberate drug overdose: a neglected area for suicide prevention? Emerg Med J, v. 21, n. 1, p. 35-8, 2004.

 

Hallfors DD et al. Adolescent depression and suicide risk: association with sex and drug behavior Am J Prev Med, v. 27, n. 3, p. 224-31, 2004.

 

IOWA-500, In: Kaplan HI, Sadok BJ. Tratado de psiquiatria.  6 ed, vol 2, Porto Alegre, Artmed, 1999. p. 1876.

 

Kaplan HI, Sadok BJ. Tratado de psiquiatria.  6 ed, vol 2, Porto Alegre, Artmed,  p. 1875-88, 1999.

 

Polewka A et al. Risk factors for suicide attempts in elderly and old elderly patients. Przegl Lek,  v. 61, n. 4, p. 274-7, 2004.

 

Ran MS et al. Suicidal behavior among inpatients with schizophrenia and mood disorders in Chengdu, China.  Suicide Life Threat Behav., v. 34, n. 3, p. 311-9, 2004.

Rapeli, CB; Botega NJ. Tentativas de suicídios graves: três diferentes grupos internados em um hospital geral . J. bras. psiquiatr. vol. 52(1): 5-11, 2003.

Rapeli, CB; Botega, NJ. Tentativas de suicídio envolvendo risco de vida: internações em um hospital geral. J bras Psiq, 47(4): 157-162, 1998.

 

Rutter PA; Behrendt AE. Adolescent suicide risk: four psychosocial factors.  Adolescence, v. 39, n. 154, p. 295-302, 2004.

 

Ullrich H et al. Episodes of depression with attempted suicide after taking valsartan with hydrochlorothiazide. Dtsch Med Wochenschr, v. 128, n. 48, p. 2534-6, 2003.

 

Casos de intoxicações notificados no centro de informações toxicológicas de goiás (CIT-GO) 2003. ESTADO DE GOIÁS, SISTEMA ÚNICO DE SAUDE, SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE, SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA, GERÊNCIA DE INTEGRAÇÃO E PROJETO, COORDENAÇÃO DE TOXICOLOGIA , CENTRO DE INFORMAÇÃO TOXICOLÓGICA DE GOIÁS. 2004

Zambrone,FA D e cols. Perfil epidemiológico dos atendimentos realizados nos centros de toxicologia de seis hospitais universitários do Brasil de 1994 a 1996. Recebido por e-mail em:

 Anexos

 Formulário: Idade Sexo:Escolaridade:Religião:Atividade laborativa:Tempo decorrido da intoxicação até procurar atendimento:Horário da intoxicação:Isolado ou em conjunto:Agente utilizado:

Ficha complementar

Portador (a) de algum Transtorno Psiquiátrico: S/N:Se sim, qual e há quanto tempo:Faz ou fazia tratamento psiquiátrico: S/N Se sim, por quanto tempo: Quais medicamentos utiliza ou utilizou:

Qual o motivo da tentativa de suicídio:Como classifica o seu relacionamento com familiares: ótimo/ bom/ regular/ péssimo


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