Volume 22 - Novembro de 2017
Editores: Giovanni Torello e Walmor J. Piccinini

 

Janeiro de 2008 - Vol.13 - Nº 1

Artigo do mês

MINI-INVENTÁRIO DE FOBIA SOCIAL (MINI-SPIN): CONFIABILIDADE DA VERSÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA

MINI-SOCIAL PHOBIA INVENTORY (MINI-SPIN): RELIABILITY OF THE PORTUGUESE LANGUAGE VERSION

Gustavo J. Fonseca D’El Rey
Cláudia Wilmor Matos
João Paulo Leuzzi Lacava
Raquel Fluminhan
Programa de Fobia Social do Centro de Pesquisas e Tratamento de Transtornos de Ansiedade – São Paulo-SP.

Resumo: A fobia social é um grave transtorno mental que traz incapacitação e sofrimento. Este estudo teve por objetivo investigar a confiabilidade da versão em português do Mini-Inventário de Fobia Social (Mini-SPIN). Foi realizado um estudo de confiabilidade teste-reteste do Mini-SPIN em 192 pessoas de uma Organização Não-Governamental (ONG) da cidade de São Paulo-SP. A análise da confiabilidade foi feita com estratificação por gênero e escolaridade, utilizando-se o coeficiente kappa ponderado. Os resultados mostraram uma confiabilidade “quase perfeita” para cada um dos itens do inventário. Não ocorreram diferenças significativas nos valores do kappa ponderado em relação ao gênero (homens; kw2 entre 0,82 a 0,93 e mulheres; kw2 entre 0,82 a 0,95) e ao grau de escolaridade (kappa ponderado entre 0,79 e 0,95) dos respondentes para os três itens do Mini-SPIN. Obteve-se uma boa consistência interna (alfa de Cronbach = 0,89) para a escala toda. Este estudo disponibiliza para a língua portuguesa um instrumento confiável para a avaliação da fobia social generalizada.

 

Palavras-chave: Fobia social, confiabilidade, psicometria, escala de avaliação, Mini-SPIN.

 

 

Abstract: Social phobia is a severe mental disorder that brings disability and distress. This study had the aim investigated the reliability of the portuguese version of the Mini-Social Phobia Inventory (Mini-SPIN). We realized a test-retest reliability study of the Mini-SPIN in 192 subjects of a Non-Governmental Organization (NGO) of the city of São Paulo-SP. The analysis was conducted through stratification by sex and education level, using weighted kappa coefficient. The main results showed that the reliability was “almost perfect” for each item of the inventory. Not occured significant differences in weighted kappa values with regard to respondents’ sex (male; kw2 between 0,82 and 0,93 and female; kw2 between 0,82 and 0,95) and educational level (weighted kappa values between 0,79 and 0,95) in the three items of the Mini-SPIN. The portuguese version showed good internal consistency (Cronbach’s alfa = 0,89) for total scale. This study made availabe to the portuguese language a reliable instrument to evaluation of the generalized social phobia.

 

Key-words: Social phobia, reliability, psychometrics, rating scale, Mini-SPIN.

 

 

INTRODUÇÃO

 

Até muito pouco tempo atrás a fobia social era considerada um transtorno de ansiedade negligenciado pelos profissionais de saúde mental (D’EL REY, 2001). Ela é um transtorno mental severo que traz sofrimento e perdas de oportunidades a seus portadores, além de apresentar uma alta comorbidade com outros transtornos mentais, principalmente o subtipo generalizado (KESSLER et al., 1998).

Apenas com os recentes estudos epidemiológicos, é que a verdadeira prevalência da fobia social foi reconhecida. A prevalência do transtorno para doze meses está entre 7,9 e 8,2% (KATZELNICK et al., 2001; MAGEE et al., 1996).

Apesar do sofrimento e das limitações impostas a seu portador, a fobia social felizmente responde favoravelmente a intervenções farmacológicas e psicoterápicas, principalmente a terapia cognitivo-comportamental (D’EL REY et al., 2007a; D’EL REY et al., 2006a; LINCOLN et al., 2003; GOULD et al., 1997).

É de extrema importância à identificação correta da fobia social, pois desta forma minimiza-se sofrimentos e o desenvolvimento de comorbidades. A contribuição das escalas de avaliação se insere neste contexto diagnóstico (OSÓRIO et al., 2005).

O Inventário de Fobia Social (SPIN; CONNOR et al., 2000) é um instrumento de avaliação da fobia social bastante utilizado em pesquisas (D’EL REY et al., 2006b; VILETE et al., 2004). Foi desenvolvida uma forma reduzida do SPIN (chamada de Mini-Inventário de Fobia Social – Mini-SPIN), contendo apenas três (itens 6, 9 e 15) de seus dezessete itens, que em estudo empírico mostraram-se indicativos da fobia social generalizada (CONNOR et al., 2001).

O Mini-SPIN é um inventário auto-aplicável composto por três itens que avaliam evitação e medo de constrangimento. O escore total desta escala varia de 0 a 12 pontos. Pontuação igual ou superior a seis sugerem a presença da fobia social generalizada (CONNOR et al., 2001). Até onde sabemos, existe apenas um estudo das qualidades psicométricas da versão em português do Mini-SPIN publicado (D’EL REY et al., 2007b), que avaliou a consistência interna (considerada boa) em uma amostra de estudantes universitários.

O objetivo deste estudo foi avaliar a confiabilidade da versão em português do Mini-Inventário de Fobia Social (Mini-SPIN) em participantes de uma Organização Não-Governamental (ONG) da cidade de São Paulo-SP.

 

MÉTODOS

 

- Versão em português: Utilizamos a mesma versão em português do Mini-SPIN descrita em estudo anterior sobre a consistência interna do instrumento (para maiores detalhes, ver D’EL REY et al., 2007b).

- População do estudo: A versão em português do Mini-SPIN foi aplicada em pessoas participantes de uma organização não-governamental (ONG) de ambos os sexos localizada na cidade de São Paulo-SP. Todos os participantes da ONG foram elegíveis para este estudo, perfazendo um total de 201 sujeitos.

- Desenho do estudo e procedimentos: Utilizou-se um desenho de estudo de confiabilidade teste-reteste, com intervalo de 15 dias entre as duas aferições. Na primeira aplicação (teste) estavam presentes 199 sujeitos e na segunda aplicação (reteste) estavam presentes 192 pessoas. Em ambas as aplicações não ocorreram recusas na participação. Por se tratar de um instrumento de fácil preenchimento, nenhum protocolo foi perdido por erros em seu preenchimento. Para efeito desta pesquisa, a amostra final compreendeu 192 pessoas (apenas os protocolos dos sujeitos que participaram das duas aplicações do Mini-SPIN).

- Análise dos dados: A avaliação da confiabilidade teste-reteste foi realizada através do kappa ponderado (kw2), que avalia a concordância considerando não só o grau de concordância perfeita entre as duas avaliações (que excede aquela esperada ao acaso), mas também a magnitude da discordância, ao atribuir pesos diferenciados de acordo com a maior ou menor proximidade entre as categorias da variável (FLEISS, 1981). O uso do kappa ponderado está indicado quando o instrumento mede categorias ordenadas, como por exemplo, categorias classificadas em nada, um pouco, etc. (MENEZES, 1998). Para efeito de interpretação, utilizaram-se os critérios sugeridos por LANDIS & KOCK (1977), nos quais se propõem cinco categorias para as estimativas de confiabilidade a partir dos valores encontrados para o kappa ponderado: quase perfeita (> 0,80); substancial (0,61 a 0,80); moderada (0,41 a 0,60); regular (0,21 a 0,40); fraca (0,01 a 0,20); e pobre (0,00). A análise da confiabilidade do Mini-SPIN foi feita para cada um dos três itens e com estratificação por gênero e escolaridade dos respondentes. Através do coeficiente alfa de Cronbach estimou-se a consistência interna do Mini-SPIN. O índice varia de 0 a 1, quanto mais próximo de 1, maior a confiabilidade do instrumento (PESTANA & GAGUEIRO, 2005).

            - Questões éticas: Este estudo esteve de acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Saúde (196/96) para pesquisas envolvendo seres humanos. A presente pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Pesquisas e Tratamento de Transtornos de Ansiedade – São Paulo-SP.

 

RESULTADOS

 

a) Características da amostra e escores do Mini-SPIN

Responderam ao protocolo (teste e reteste) de pesquisa um total de 192 sujeitos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres, com idades variando entre 18 e 58 anos, sendo a média de 37,3 anos (DP = 9,9). Os escores na primeira aplicação (teste) variaram entre 1 e 11 pontos, com a média de 3,5 pontos (DP = 2,8). Os escores na segunda aplicação (reteste) foram muito semelhantes a primeira, variando entre 0 a 11 pontos, com a média de 3,3 pontos (DP = 2,7). As médias nos escores do teste e reteste foram semelhantes para homens (3,4 e 3,2 pontos, respectivamente) e mulheres (3,6 e 3,3 pontos, respectivamente). As principais características sócio-demográficas dos sujeitos desta pesquisa estão sumarizadas na Tabela 1.

 

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Tabela 1: Características sócio-demográficas (n = 192).

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Características                       N                     %

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Gênero

Homens                                   93                    48,4

Mulheres                                 99                    51,6

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Raça

Branca                                    151                  78,6

Negra                                      32                    16,7

Amarela                                  9                      4,7

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Estado civil

Solteiro                                    44                    22,9

Casado                                    142                  74,0

Outro                                       6                      3,1

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Escolaridade

1º grau incompleto                    11                    5,7

1º grau completo                       23                    17,2

2º grau incompleto                    24                    12,5

2º grau completo                       75                    39,1

Superior incompleto                  28                    14,6

Superior completo                     21                    10,9

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b) Confiabilidade teste-reteste do Mini-SPIN

            Os valores do kappa ponderado para cada um dos itens que compõem a versão em português do Mini-SPIN estiveram dentro da categoria: “quase perfeita”. A Tabela 2 apresenta os valores do kappa ponderado com os respectivos intervalos de confiança nos itens do Mini-SPIN para uma melhor visualização.

 

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Tabela 2: Confiabilidade dos itens do Mini-SPIN.

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Item                kw2                  (IC 95%)

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1                      0,89                  0,75 – 1,00

2                      0,94                  0,80 – 1,00

3                      0,82                  0,68 – 0,96

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            Com relação à estratificação por gênero dos participantes, não foram encontradas diferenças estatísticas significativas. Os valores do kappa ponderado para os homens e mulheres nos itens do Mini-SPIN estiveram dentro da categoria: “quase perfeita” (variando entre 0,82 a 0,93 nos homens e variando entre 0,82 a 0,95 nas mulheres). A Tabela 3 mostra os valores do kappa ponderado com os respectivos intervalos de confiança segundo o gênero dos participantes.

 

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Tabela 3: Confiabilidade para os três itens do Mini-SPIN segundo gênero.

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Homens (n = 93)                    Mulheres (n = 99)

Item                kw2        (IC 95%)                    kw2      (IC 95%)

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1                      0,88      0,69 – 1,00                   0,90      0,71 – 1,00

2                      0,93      0,74 – 1,00                   0,95      0,76 – 1,00

3                      0,82      0,63 – 1,00                   0,82      0,63 – 1,00

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Na estratificação realizada por nível educacional (escolaridade) dos respondentes, também não foram encontradas diferenças estatísticas significativas. Os valores do kappa ponderado para os participantes com primeiro grau nos três itens do Mini-SPIN estiveram dentro das categorias: “quase perfeita” e “substancial”. Em relação às pessoas com segundo grau, os valores do kappa ponderado em todos os itens do instrumento estiveram dentro da categoria: “quase perfeita”. Os valores do kappa ponderado para os participantes com terceiro grau nos três itens do Mini-SPIN estiveram dentro da categoria: “quase perfeita”. A Tabela 4 apresenta os valores do kappa ponderado e seus intervalos de confiança segundo a escolaridade dos respondentes.

 

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Tabela 4: Confiabilidade para os três itens do Mini-SPIN segundo a escolaridade.

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1º grau (n = 44)          2º grau (n = 99)          3º grau (n = 49)

Item                kw2      (IC 95%)        kw2      (IC 95%)        kw2      (IC 95%)

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1                      0,88      0,59 – 1,00        0,90      0,71 – 1,00        0,90      0,61 – 1,00

2                      0,94      0,65 – 1,00        0,94      0,75 – 1,00        0,95      0,66 – 1,00

3                      0,79      0,50 – 1,00        0,82      0,63 – 1,00        0,83      0,54 – 1,00

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c) Consistência interna do Mini-SPIN

            A consistência interna para a escala toda avaliada através do coeficiente alfa de Cronbach foi igual a 0,89.

 

DISCUSSÃO

 

Infelizmente, até muito pouco tempo atrás a fobia social era considerada um transtorno de ansiedade negligenciado pelos profissionais de saúde mental (D’EL REY, 2001), mesmo tendo uma boa resposta aos tratamentos psicoterápicos e farmacológicos (D’EL REY et al., 2007a; D’EL REY et al., 2006a; LINCOLN et al., 2003; GOULD et al., 1997). O subtipo generalizado apresenta uma alta comorbidade com outros transtornos mentais (KESSLER et al., 1998).

Devido a estes fatores descritos anteriormente, as escalas de mensuração têm um papel importante na identificação da fobia social. A versão em português do Mini-SPIN vem juntamente com outras escalas já validas aqui em nosso país a suprir em parte essa deficiência na identificação da fobia social.

A versão em português do Mini-SPIN neste estudo apresentou uma boa confiabilidade (“quase perfeita”) para seus três itens. Todos os valores do kappa ponderado neste estudo para os itens do Mini-SPIN foram superiores a 0,75, o que segundo EVERITT (1989), são valores indicativos de uma excelente concordância entre o teste e o reteste, sugerindo que este instrumento é confiável para a avaliação da fobia social generalizada.

Outros fatores também devem ser destacados, ou seja, não ocorreram diferenças significativas nos valores do kappa ponderado para homens e mulheres e os valores situavam-se dentro da categoria “quase perfeita” para todos os itens do inventário em ambos os gêneros. Com relação à estratificação por escolaridade, também não se encontraram diferenças significativas para os valores do kappa ponderado dentro dos níveis educacionais, embora os valores do kappa aumentassem discretamente de acordo com a escolaridade (ver Tabela 4).

A não ocorrência de diferenças estatísticas significativas na estratificação por gênero e escolaridade, sugere que esta versão do inventário apresenta boa reprodutividade e estabilidade dos dados, que parece não depender do sexo ou da escolaridade dos respondentes, indicando que o Mini-SPIN pode ser utilizado nestes diferentes subgrupos.

Embora seja arbitrária a definição exata do intervalo entre as duas aplicações (teste e reteste), acreditamos que 15 dias entre as duas aferições foi um período de tempo adequado neste estudo, pois desta forma reduzimos os artefatos de memória e a probabilidade de alterações sistemáticas no evento medido (TSUANG et al., 1995).

Uma limitação deste estudo está relacionada à estratificação por gênero e escolaridade, pois com a diminuição da amostra em cada um dos estratos, a amplitude dos intervalos de confiança aumentaram, diminuindo desta maneira a precisão dos valores encontrados.

A consistência interna (alfa de Cronbach = 0,89) da versão em língua portuguesa do Mini-SPIN foi considerada boa, sugerindo que existe correlação entre os três itens do instrumento, que representam um mesmo domínio, ou seja, a fobia social generalizada. Sua boa consistência interna, acima do critério mínimo requerido (0,70; STREINER, 1993), atesta a fidedignidade do instrumento. A boa consistência interna encontrada neste estudo é semelhante à encontrada em outro estudo das propriedades psicométricas do Mini-SPIN aqui no Brasil (0,81 em uma amostra de universitários aqui no Brasil; D’EL REY et al., 2007b).

Finalizando, acreditamos que outros estudos devam ser realizados com a versão em português do Mini-SPIN, avaliando-se outras propriedades psicométricas, como por exemplo, a validade discriminativa. Estudos com outras populações (crianças, adolescentes, idosos, etc.) são necessários, para uma maior confirmação dos dados aqui encontrados. Atualmente está em andamento um estudo conduzido por nosso grupo da validade discriminativa da versão em língua portuguesa do Mini-SPIN em uma amostra da população geral.

 

CONCLUSÃO

 

Esse estudo disponibiliza para a língua portuguesa uma escala de mensuração confiável para a avaliação da fobia social generalizada. Estudos que verifiquem outras qualidades psicométricas do Mini-SPIN e com outras populações são necessários, sendo este um campo promissor para futuras pesquisas.

 

AGRADECIMENTOS

 

Agradecemos à Dra. Kathryn M. Connor, Dr. Paulo C. Peroni e Dra. Paloma N. Greenberg.

 

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