Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Abril de 2007 - Vol.12 - Nº 4

France - Brasil- Psy

Coordenação: Docteur Eliezer DE HOLLANDA CORDEIRO

Quem somos (qui sommes-nous?)                                  

France-Brasil-PSY é o novo espaço virtual de “psychiatry on  line”oferto aos  profissionais do setor da saúde mental de expressão  lusófona e portuguesa.Assim, os leitores poderão doravante nela encontrar traduções e artigos em francês e em português abrangendo a psiquiatria, a psicologia e a psicanálise. Sem esquecer as rubricas habituais : reuniões e colóquios, livros recentes, lista de revistas e de associações, seleção de sites.

Qui sommes- nous ?

France-Brasil-PSY est le nouvel espace virtuel de “psychiatry on line”offert aux professionnels du secteur de la santé mentale d’expression lusophone et française. Ainsi, les lecteurs pourront désormais y trouver des traductions et des articles en français et en portugais  concernant la psychiatrie, la psychologie et la psychanalyse. Sans oublier les rubriques habituelles : réunions et colloques, livres récentes, liste de revues et d’associations, sélection  de sites

SOMMAIRE (SUMÁRIO):

 

  • 1. PROPÓSITOS SOBRE A EVOLUÇÃO DA PEDOPSIQUIATRIA FRANCESA
  • 2. LIVROS RECENTES
  • 3. REVISTAS
  • 4. ASSOCIAÇÕES
  • 1. PROPÓSITOS SOBRE A EVOLUÇÃO DA PEDOPSIQUIATRIA FRANCESA

    Eliezer de HOLLANDA CORDEIRO (psiquiatra, psicanalista, inscrito na Ordem Nacional dos Médicos da França, Departamento do Loiret).

    Resumo

    Que se trate das demandas feitas aos psiquiatras, das expressões clínicas, do prognóstico e das respostas terapêuticas, a Psiquiatria da criança desenvolveu-se de maneira  considerável na França, especialmente a partir da década de 1960. Esta evolução exprime as transformações da sociedade francesa, traduz as inovações teóricas e psicoterápicas introduzidas pela psicanálise, leva em conta os progressos de outras disciplinas (psicologia, psiquiatria geral, pediatria, foniatria, psicomotricidade, pedagogia especializada, trabalho social com as famílias...) e responde às disposições legislativas atuais, fundamento da política de saúde mental em prol das crianças e dos adolescentes.

    Neste artigo, mostraremos esta evolução através de uma pequena apresentação histórica e  algumas considerações sobre a contribuição da psicanálise à psiquiatria da criança.

    1) ASPECTOS HISTÓRICOS

    Julian de AJURIAGUERRA, em seu « Manuel de psychiatrie de L'Enfant » [1], evoca os pioneiros da história da psiquiatria da criança, « que mergulha suas raízes num passado rico em experiências pedagógicas e afetivas ». Ele cita PONCE DE LEON, um beneditino que empreendeu, no Século XVI, as primeiras tentativas de educação de surdos-mudos ; PEREIRE( …) « que instaurou a educação sensorial, substituindo a palavra pela vista e o tato » ; PESTALOZZI, um Suisso, fundador de um instituto educativo e pedagógico ; SEGUIN, um Francês criador da primeira escola de reabilitação... Ele ajunta : « os pioneiros, médicos ou não, são sobretudo reabilitadores das insuficiências sensoriais e mentais.»

    Sabemos  que  as relações  entre médicos e educadores são  muito antigas, como lembrou  G. HEUYER, psiquiatra para quem « a colaboração entre o educador SEGUIN e o psiquiatra ESQUIROL constituiu a primeira equipe médico-pedagógica!  Mas desde o Século XIX,  BOURNEVILLE, outro francês e mais tarde, CLAPAREDE, em Genebra,  integraram respectivamente  ao ensino público as primeiras classes especiais para crianças deficientes, que dariam lugar, entre 1904 e 1908, à primeira consulta médico-pedagógica [1]. Lembrêmo-nos também dos pesquisadores franceses BINET e SIMON, autores da primeira escala métrica da  inteligência, uma etapa importante para o desenvolvimento mundial da neuropsiquiatria.

    A inscrição da moderna psiquiatria da criança  numa perspectiva de prevenção, de tratamento do sofrimento psíquico e dos distúrbios do desenvolvimento desde os primeiros anos de vida até o fim da adolescência, apareceu  em filigranas na França por volta de 1927, quando Pierre MÂLE [2] criou, com o Doutor ROBIN, um dos primeiros centros de consultas, após os que haviam sido criados por HEUYER e  H.WALLON. E este  movimento teve como motores principais a aplicação dos testes intelectuais e projetivos, os trabalhos  sobre o desenvolvimento intelectual e afetivo da criança (BALDWIN, PREYER, CLAPAREDE, H.WALLON.e J.PIAGET), e as descobertas da psicanálise.  Desde então  as crianças dos anos de 1930 começaram a deixar o  asilo, até lá destinado   sobretudo às  crianças retardadas,  débeis, oligofrênicas,  epilépticas,  portadoras de distúrbios do caráter, delinquentes [2]As soluções terapêuticas eram  então estereotipadas, as separações do meio familiar demasiadamente frequentes, e os tratamentos eram sobretudo reabilitadores,  baseados  nos nascentes  métodos pedagógicos (Montessori ou Decroly) [2].

    Mesmo assim, embora  a psiquiatria da criança   começasse  a levar em conta o meio ambiente, ela continuava  sendo «descritiva », utilizando os conhecimentos oriundos da psiquiatria dos adultos, da endocrinologia, da pediatria e os  importados da  psicologia. « A criança era, de uma certa maneira, edificada aos pedaços », escreveu Pierre Mâle (idem). Podemos dizer que até o fim da Segunda Guerra Munidal, a clínica infantil  exprimia ainda a grande importância que os médicos davam à neurologia, à psiquiatria geral, aos testes mentais,   como notaram Ilse e Robert BARANDE[3].

    Porém, ao entrar em contacto com as descobertas freudianas (insconsciente, sexualidade infantil, estados do desenvolvimento da libido...) que levavam em conta a dimensão histórica e introduziam a noção de conflito psíquico, a psiquiatria começou a conhecer a criança de maneira mais profunda e encontrou métodos mais eficientes para tratá-la. A grande  descoberta  neste período foi a da importância dos pais, « que deixaram de ser apenas  considerados como portadores de uma hereditariedade genética para serem reconhecidos como iniciadores, modelos de identificações, etc. Esta descoberta é paralela ao fato de que os clínicos de crianças fizeram a experiência de uma análise pessoal.

    Pouco a pouco, psiquiatras de grande valor, atraídos pela riqueza dos novos conceitos psicopatológicos forjados pela psicanálise, começaram a trabalhar com crianças portadoras de distúrbios mentais. Serge LEBOVICI escreveu que o próprio conceito de psicopatologia foi introduzido pela pedopsiquiatria de inspiração psicanalítica, antes de ser admitido pela psiquiatria geral  [4].

    A partir dos anos de 1960, inúmeros estudos, artigos , trabalhos, livros e seminários trouxeram novos conhecimentos sobre o psiquismo da criança, num lapso de tempo relativamente curto, sob o impulso de psicanalistas como  S. Morgenstern, Françoise Dolto, G.Mauco, Pierre Mâle, Serge Lebovici, Evelyne Kestemberg, René Diatkine, Jean Favreau, P. Luquet, J.Luquet-Parat, Alice Doumic, R. Misès, Michel Soulé, Maud Mannoni,Jean-Louis Lang,Victor Smirnoff, Annie Anzieu,etc.

    Mesmo assim, se considerarmos a evolução da psiquiatria da criança até os anos de 1970, constataremos que os serviços de pedopsiquiatria continuavam, de uma certa maneira,  simples  lugares onde se depositavam crianças, embora a psicanálise estivesse no auge de sua popularidade. Notemos  que nessa época já existia uma pedopsiquiatria associativa, a dos I.M.P.(Institutos Médico-Pedagógicos) e dos C.M.P.P.(Centros-Médico-Psicopedagógicos), « estabelecimentos criados por famílias, professores e médicos (...), que para a época representaram um grande progresso, comparados aos serviços de crianças existentes nos hospitais públicos »[5].

    Um ponto muito importante que acelerou o processo de transformação dos serviços públicos na França foi a criação dos intersetores de psiquiatria, dotados pelo governo de meios financeiros importantes afim de garantir o funcionamento da nova política de saúde mental. Esta, além de estimular as mudanças nos  ditos serviços, engendrou uma outra percepção dos distúrbios psíquicos das crianças. Tais mudanças se traduziram, na prática clínica, « pelo desaparecimento de certas patologias, a evanescência do prognóstico, a usura dos antigos conceitos e das terapêuticas, a emergência de uma nova patologia, e, por conseguinte, de uma nova clínica [6].

    Como em toda parte, o desenvolvimento da psiquiatria da criança na França, em seus aspectos teóricos e técnicos, deu lugar a grandes debates entre kleinianos e anafreudianos,  embora existissem  outras influências importantes de autores estrangeiros, como  (WINNICOTT, PIAGET, BOWLBY...) Notemos, enfim, que  a partir dos anos de 1960, a pedopsiquiatria francesa começou a ser influenciada  pelos trabalhos dos analistas lacanianos, especialmente Françoise Dolto.

    CONTRIBUIÇÃO DA PSICANÁLISE À PSIQUIATRIA DA CRIANÇA

    No artigo já citado de  Bruno CASTETS [7], encontramos inúmeras passagens mostrando o quanto  a psiquiatria da criança é ligada à psicanálise do ponto de vista histórico, teórico e prático. Os laços existentes entre elas começaram com o desenvolvimento espetacular das descobertas freudianas.Com efeito, Sigmund FREUD abriu um novo campo à psiquiatria com a análise do Pequeno HANS, cujo medo dos cavalos foi considerado por FREUD como uma fobia, um sintoma, que ele interpretou como o resultado de uma angústia de castração, transformando o sintoma em sinal de um tipo de estrutura da personalidade de HANS.

    Outro ponto fundamental : S. FREUD e seus continuadores demonstraram que a criança tem uma vida mental que lhe é própria, correspondendo às mesmas significações profundas que podemos encontrar nos adultos. Salvo que a vida mental do adulto é mais elaborada, donde as diferenças semiológicas : a criança pode tornar-se disléxica ou enurética diante de uma problemática que vai se exprimir no adulto, por exemplo,  como um delírio. [7] 

    Mais ainda, a psicanálise deu à psiquiatria da criança um vocabulário utilizado há mais de cincoenta anos: mecanismos de defesa do ego, (projeção, repressão, recalcamento, deslocamento, isolamento, formação reativa, anulação retroativa, identificação ao agressor, recusa...), fantasmas originários, angústia de castração, depressão anaclítica, relação dual, relação triangular, objeto transicional, estado do espelho, forclusão do nome do pai, etc. Mas isto não  quer dizer que a psicanálise e a psiquiatria fossem disciplinas idênticas, nem que  o sentido dado a uma conduta  tivesse   valor de sinal específico de uma patologia.

    Foi  a psicanálise que deu o sentido à psiquiatria da criança. Quem praticou curas psicanalíticas sabe que a significação do sintoma não é unívoca, que existe uma polisemia em cada conduta, sintoma, comportamento. Isto explica porque uma enuresia possa ter diferentes significações : de defesa contra a castração, de manifestação agressiva (e ou) erótica, de mensagem de amor dissimulada endereçada ao pai ou a mãe, de uma problemática edipiana... Devemos insistir sobre o fato de que essas diferentes significações possiveis de uma mesma conduta só podem ser conpreensíveis (até certo ponto) no « insight » da cura analítica.

    Porém a importância aribuida à significação do sintoma não foi a única contribuição da psicanálise à semiologia psiquiátrica infantil : a psicanálise deu-lhe o espírito e também o movimento. E foi preciso a obra freudiana para que a criança pudesse ser pensada em termos de vivência, e não de história objetiva, e que lhe fosse reconhecida uma semiologia peculiar, como escreveu Bruno CASTETS (7).

    REFERÊNCIAS

    1) J. DE AJURIAGUERRA : « Manuel de Psychiatrie de l'Enfant », Masson éditeurs, 1970, Paris.

    2) Pierre MÂLE : « Aspects du développement de la psychiatrie infantile en France », in « Cinquantenaire de L'Hôpital Henri Rousselle », Laboratoires Sandor, Paris, 1973.

    3) Ilse e Robert BARANDE : « Histoire de la Psychanalyse en France », Privat éditeur, 1975, Toulouse.

    4) Serge LEBOVICI : «Réflexions spontanées sur un demi-siècle vécu par un psychiatre d'enfants », in «Psychiatrie Française» ,Vol.XXVI ,Ville d'Avray, Março de 1995.

    5) Gilbert DIEBOLD e Yves MANELA : « Réflexions sur l'évolution de la psychiatrie de l'enfant », in Psychiatrie Française, Vol. XXVI, Ville-d'Avray, Março de 1995.

    6) Jean-Louis BRENOT e Yves MANELA : « L'enfance de la psychiatrie », in Psychiatrie Française, Vol. XXVI, Ville-d'Avray, Março de 1995.

    7) Bruno CASTETS : « De L'Apport de la psychanalyse à la sémiologie psychiatrique de l'enfant », in « Rapport de Psychiatrie », sob a direção de G. BENOIT e G.DAUMÉZON, Masson, Paris, 1970.

     

    2. LIVROS RECENTES

     

    A Carta da Psiquiatria  Francesa de Janeiro propõe aos leitores os seguintes livros recentemente publicados :

     

    *A loucura domesticada : o enfoque inédito do professor Collomb para tratar a loucura

    Robert Arnaut

    De Vecchi, 21,90 euros

     

    *Quatro discussões sobre Bion

    Ruprecht Wilfried Bion

    Les E. d’Ithaque, 10 euros

     

    *Lugar das psicoterapias contemporâneas no tratamento da depressão

    Jean COTTRAUX

    Doin? 2 » euros

     

    *A psicanálise poderia ainda ser útil à psiquiatria ?

    Guy DACOURT

    O. JACOB, 25 euros

     

    *Os idealistas apaixonados

    Mauride DIDE

    Frison-Roche, 25 euros

     

    *Figuras da psicanálise. 13, Lógicas do corpo

    Apresentação Olivier DOUVILLE

    Erès, 25 euros

     

    *Novos caminhos da terapêutica psicanalítica: o dentro e o fora

    Sob a direção de André GREEN e Françoise COBLENCE

     

    *O risco do pensamento

    Julia KRISTEVA

    Ed. de L’Aube

     

    *Psicologia transcultural e psicopatologia oriental

    Can-Liem LUONG

    Libr. You-Freng, 25 euros

     

    *Influência do hábito na faculdade de pensar

    MAINE DE BIRAN

    L’Harmattan, 33 euros

     

    *Manual de psiquiatria transcultural :trabalho clínico, trabalho social

    Ed. M.R. MORO , Q. de la NOE, Y. MOUCHENIK

    Pensée sauvage, 26 euros

     

    *Ler Bion

    Cláudio NERI, Antnello CORREALE, Paolo FADDA

    Erès, 25 euros

     

    *O corpo resituado :medicina, ética e convicções

    Ed. Laurent RAVEZ, Chantal TILMANS-CABIAUX

    Presses universitaires de Namur, 21 euros

     

    *História da histeria

    Etienne TRILLAT,

    Frison-Roche, 35 euros

     

    *Coq Héron (Le).186, Nicolas ABRAHAN, Maria TOROK :símbolos, criptas e fantasmas

    Erès, 16 euros

     

    * Etica e pesquisa bio-médica : relatório 2004, França.

    Comité consultativo nacional de ética para as ciências da vida e da saúde

    Documentation française, 19 euros

     

    3. REVISTAS

     

    *Abstrac psychiatrie : www.impact-medecin.fr

    *La revue française de psychiatrie et de psychologie medicale : www.mfgroupe.com

    *L’encephale:www.encephale.org

    *Les actualités en psychiatrie: www.vivactis-media.com

    *Neuropsy : www.neuropsy.fr

    *Nervure : rédaction: Hôpital Sainte-Anne, 1 rue cabanis, 75014 paris. Téléphone: 01 45 65 83 09 fax. 01 45 65 87 40

    *Neuronale (revista de neurologia do comportamento) [email protected]

    *PSN :(psychiatrie, sciences humaines, neurosciences) : rue de la convention, 75015 paris. Fax : 0156566566

    *Psychiatrie française : [email protected]

    *Psydoc-broca.inserm.fr/cybersessions/cyber.html

    *Synapse : [email protected]

    *Evolution psychiatrique

     

    4. ASSOCIAÇÕES

     

    *Association française pour l’approche integrative et eclectique en psychotherapie (afiep)

    *Association française de psychiatrie et psychologie legales (afpp)

    *Association française de musicotherapie (afm)

    *Association art et therapie

    *Association française de therapie comportementale et cognitive (aftcc)

    *Association francophone de formation et de recherche en therapie comportementale et Cognitive (afforthecc)

    *Association de langue française pour l’etude du stress et du trauma (alfest)

    *Association de formation et de recherche des cellules d’urgence medico-psychologique (aforcump)

    *Association nationale des hospitaliers pharmaciens et psychiatres (anhpp)

    *Association scientifique des psychiatres de secteur (asps)

    *Association commission des hospitalisations psychiatriques france (cdhp france)

    *Association promotion defense de la psychiatrie a l’hopital general (psyge)

    *Association karl popper

    *Association pour la fondation Henri Ey

    *Association internationale d’ethno-psychanalyse (aiep)

    *Collectif de recherche analytique (cora)

    *Ecole parisienne de gestalt

    *Ecole française de sexologie

    *Ecole de la cause freudienne www.causefreudienne.org

    *Groupement d’études et de prevention du suicide (geps)

    *Groupe de recherches sur l’autisme et le polyhandicap (grap)

    *Groupe de recherches pour l’application des concepts psychanalytiques a la psychose (grapp)

    *Regroupement national en psychiatrie publique (renepp)

    *Société française de gérontologie

    *Société française de thérapie familiale (sftf)

    Société francophone de medecine psychosoma

    *Société française de psychopathologie de l’expression et d’art-therapie(sfpe)

    *Société française de recherche sur le sommeil (sfrs)

    *Société française de relaxation psychotherapique (sfrp)

    *Société française de sexologie clinique (sfsc)

    *Société française de psycho-oncologie/association psychologie et cancers

    *Société d’addictologie francophone

    *Société ericksonienne

    *Société de psychologie medicale et de psychiatrie de liaison de langue française

    *Société médicale Balint

    *Union nationale des associations de formation médicale continue (unaformec)

    *Union nationale des amis et familles de malades mentaux (unafam)

    *Association Psychanalytique de France (apf)

    *Société Psychanalytique de Paris (spp)

    *Ecole Freudienne de Paris

    *Mediagora:http://perso.wanadoo.fr/christine.couderc/

    *Agoraphobie.com:http://www.agoraphobie.com/

    *Sitesfrancophones:http://www.churouen.fr/ssf/pathol/etatanxiete.html

    *Distúrbios do humor (afetivos) :    www.depression.ch

    *Estados limites em psiquiatria: tratamento (d. Marcelli): suicidio escuta - 24/24 http://suicide.ecoute.free.fr

    *Informações sobre o suicidio e as situações de crise:       http://www.suicideinfo.org/french

    *Centro de prevenção do suicidio: http://www.preventionsuicide.be

    *Associação  alta ao  suicidio:     http://www.stopsuicide.ch

    *Suicídio : http://www.chu-rouen.fr/ssf/anthrop/suicide.html

    *Drogas :    http://www.drogues.gouv.fr/fr/index.html

    *S.o.s. Réseaux :   http://www.sosreseaux.com/

    *Ireb – Instituto de pesquisas cientificas sobre às bebidas: http://www.ireb.com/  

    *Addica : addictions precarité Champagne Ardenne : http://www.addica.org/

    *Internet addiction : conceito de dependência à internete:    http://www.psyweb.net/addiction.htm

    *Estupefiantes e conduta automobilistica; as proposições  da sfta: http://www.sfta.org/commissions/
    *stupefiantsetconduite.htm

     

     Coordination (coordenador): Eliezer de HOLLANDA CORDEIRO

    [email protected]


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