Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Dezembro de 2006 - Vol.11 - Nº 12

France - Brasil- Psy

Docteur Eliezer DE HOLLANDA CORDEIRO

SOMMAIRE (SUMÁRIO):

 

  • 1. ENSINAR E REPRIMIR
  • 2. TERAPIAS DA FAMILIA PARA NEUTRALIZAR CRISES
  • 3. O MÊS DE FRANCE-BRASIL-PSY
    I) A psicanálise seria uma psicoterapia?
    II) Ser psicólogo. Da diversidade das práticas à unidade da psicologia
    III) Psiquiatria e loucura social
    IV) A saúde mental em atos : Da clínica ao político
  • 4. LIVROS RECENTES
  • 5. REVISTAS
  • 6. ASSOCIAÇÕES
  •  

    Quem somos (qui sommes-nous?)                                  

    France-Brasil-PSY é o novo espaço virtual de “psychiatry on  line”oferto aos  profissionais do setor da saúde mental de expressão  lusófona e portuguesa.Assim, os leitores poderão doravante nela encontrar traduções e artigos em francês e em português abrangendo a psiquiatria, a psicologia e a psicanálise. Sem esquecer as rubricas habituais : reuniões e colóquios, livros recentes, lista de revistas e de associações, seleção de sites.

    Qui sommes- nous ?

    France-Brasil-PSY est le nouvel espace virtuel de “psychiatry on line”offert aux professionnels du secteur de la santé mentale d’expression lusophone et française. Ainsi, les lecteurs pourront désormais y trouver des traductions et des articles en français et en portugais  concernant la psychiatrie, la psychologie et la psychanalyse. Sans oublier les rubriques habituelles : réunions et colloques, livres récentes, liste de revues et d’associations, sélection  de sites

    1. ENSINAR E REPRIMIR

    Referência : FAMILIA E EDUCACÃO, número 244, novembro-dezembro 2006

    Lisa David

    Tradução : Eliezer de Hollanda Cordeiro

     

    Muitas pessoas consideram a sociedade francesa atual como permissiva, indulgente, marcada pela ideologia de maio 1968 e seu prolongamento durante as décadas de  1970 e 1980, notadamente sob a influência  das “  idéias psicanalíticas de tolerância difundidas por F. Dolto”, conforme Lisa David.

    Durante os acontecimentos de maio de 1968,  um dos slogans mais significativos não foi foi o célebre : É proibido proibir ? Assim, os adolescentes atuais teriam sido, de uma certa maneira, vítimas dessa « pedagogia » erigida em dógma, fundada na compreensão excessiva dos filhos e numa tolerância que não lhes deu o sentimento dos limites. Dessa forma, não é de se extranhar que  Lisa David examinasse a questão e procurasse  entender  o julgamento de uma parte da opinião pública francesa que considera  o excesso de tolerância dos professors e dos estabelecimentos escolares como  uma das razões do mal estar da juventude do país.

    Nessa percepão, a sociedade francesa sofre de uma crise geral  da autoridade: parental, professoral, judiciária, governamental.

    No domínio escolar, que nos interessa aqui, assiste-se a uma ofensiva, notadamente dos meios ditos conservadores,  que  “reclamam a volta ao sistema escolar antigo, que sabia impor o respeito e lidar com os alunos recalcitrantes”. Aliás, como escreveu Lisa David, mesmo após a  “ Revolução de maio de 1968, os castigos perduraram nas escolas francesas, embora não fosse  politicamente correto reconhecer essa realidade”. Mais ainda, a partir de 1990, como  escreveu Eirick Prairat, filósofo e professor de Ciências da educação na Universidade de Nancy, “ a legitimidade do castigo foi reconhecida (…) muito embora haja  a preocupação de  explicar a decisão ao aluno ”.

    O governo, sensivel a tais argumentos- e a uma realidade que mostra um acréscimo dos atos de violências e incivilidade intra-escolares- restabeleceu, em 2004, a punição coletiva que havia sido banida da escola. Outra inovação : “as notas concernando  a vida escolar nos colégios  e que sancionam a assuidade do aluno, o respeito do regulamento interior e sua participação à vida do estabelecimento,  parece ser um retorno às notas disciplinares de outrora”, segundo  Lisa David.

    Na realidade, as punições dos alunos nunca desapareceram, só as formas mudaram. Por exemplo: “os castigos mais frequentes são copiar linhas, geralmente o fastidioso regulamento interno”, critica Bernard de France, professor de Filosofia. Ele considera que, “do ponto de vista pedagógico,  o interesse dessa punição é nulo”. Outra forma de punição, muito frequente : o aluno é privado de recreação. Outra punição surpreendente : no curso primário, 15% dos professores dariam palmadas nas crianças, o que é ilegal.  Notemos ainda a  denúncia éfeita  por Pierre Merle, sociólogo e professor, “que observou a  persistência de práticas humilhantes,  as vítimas mais frequentes dessas humilhações  sendo  os alunos mais fracos”, ponto de vista defendido também por Eirick Prairat : (…)“ Os alunos estrangeiros,  de meio familiar modesto ou que apresentam um atrazo escolar são mais frequentemente punidos do que os outros, independentemente das besteiras que fazem”. Notemos que   “ as punições e sanções aplicadas na escola - pauladas, bolos com palmatória, bofetadas, pancadas nos dedos, castigos corporais e humilhações -  foram oficialmente proibidas em 1887”.

    Lisa David pergunta “se os professores são formados para impor a disciplina aos alunos”. Ela cita de novo,  Eirick Prairat, (…) “para quem a formação atual é insuficiente por deixar o educador em proa às suas fragilidades, suscitadas pelo poder de punir que eles receberam”.Lisa David ajunta que a “solidão do professor, único mestre a bordo, sem contraditor para ajudá-lo a tomar a decisão” relativa à uma eventual punição é um fator que deve ser levado em conta.

    Sobre o valor da punição, Eirick Prairat mostra-se um tanto cético e adverte que  uma “sanção excessiva ou vivida como pura reação de violência do adulto, pode romper a relação de confiança com a criança e provocar bloqueios do aprendizado escolar”.Para ele, “ a boa sanção é aquela que permite a reabilitação das regras do grupo e não do poder do adulto”.

    2. TERAPIAS DA FAMILIA PARA NEUTRALIZAR  CRISES
    Ursula Gauthier et Véronique Radier

    Nouvel Observateur

    Tradução : Eliezer de Hollanda Cordeiro

    Dois adolescentes que mergulharam na toxicomania, uma mocinha de13 anos que começou a quebrar tudo dentro de casa ... Para resolver tais situações preocupantes,  nada de psicoterapia longa, mas algumas discussões coletivas dirigidas  por especialistas das « terapias de famílias »... Com decisões muitas vezes surpreendentes, visto que  a origem dos sofrimentos pode ser encontrada em outras pessoas da família. Assim, no caso dos dois adolescentes toxicomaníacos  incapazes de dialogar, era a atitude do pai que estava em causa. « Obrigado a trabalhar muito jovem, o pai não poude vivenciar  a adolescência e suas transgressões.  Ele angustiava-se demais  com os filhos que fumavam um pouco de marijuana. E retrancava-se numa atitude excessivamente rígida », conta  Françoise Rougeul, psiquiatra e psicóloga pioneira das terapias de família na França. Foi necessário que o pai se exprimisse, se preocupasse menos com as dificuldades dos filhos, aprendesse a ter confiança neles e  compreendesse  o comportamento violento dos mesmos. E quanto a mocinha que quebrou tudo na casa dela ? «Seus pais estavam separados há cerca de dez anos. Desde que sentaram-se, recomeçaram uma briga diante do terapeuta, como se o tempo não houvesse passado.Era esta violência persistente e não exprimida a responsável pela  situação», explica Françoise Rougeul.

    As terapias de família são terapias  « sistêmicas » : elas consideram a família como um sistema em si que é necessário modificar por uma tomada de consciência coletiva afim de resolver as tensões. « Trata-se de reunir todos os membros implicados e fazer com que eles possam tentar novas relações», explica  Françoise Rougeul. Sobretudo útil para adolescentes em dificuldade, este enfoque é também interessante em terapias de casal, ou para enfrentar um luto. Sobretudo quando  um aspcto do problema está  relacionado com  a relação familiar e não somente ligado ao indivíduo,  resume Marie-Liesse de Lanversin, psiquiatra que trabalha numa estrutura pública. O dispositivo é simples: sentados num lugar sem mesa, o pai, a mãe, os filhos, os irmãos e irmãs falam sob o contrôle do terapeuta que se encontra ao lados deles, de um supervisor ou de uma equipe de apoio que segue a sessão detrás de um espelho transparente. As sessões, geralmente mensais, duram cerca de uma hora. Elas são filmadas para que a equipe possa rever tal ou tal reação, tal gesto significativo.

    Onde consultar
    Consultas gratuitas em numerosos centros médico-psicológicos municipais. Anuário dos terapeutas da Associação de Pesquisa e de Trabalho com Famílias, 8, rue Edouard-Lockroy, 75011 Paris ; tél. : 01-43-38-16-98, ou ainda no Centro Monceau, 91, rua Saint-Lazare, 75009 Paris ; tél.-fax : 01-53-20-11-50.

    3. O MES DE FRANCE-BRASIL-PSY

    I) A PSICANÁLISE SERIA UMA PSICOTERAPIA? 

     Bruxelas (de 7 a 10 de Julho 2006)

     Le Journal des psychologues 

    Abril 2006

    Tradução e resumo : EHC

    « A psicanálise seria uma psicoterapia ? » define da melhor maneira possivel a razão de ser da terceira edição dos Estados gerais da psicanálise. A reunião ocorre num  momento de crise bastante grave. De fato, na maioria dos países onde a prática da psicanálise desenvolveu-se, ela está enfrentando diversas  resistências ideológicas e sociopoliticas : uma ideologia pragmatista procura desconsiderá-la pela preferência dada às terapias curtas e ilusórias ; outra corrente de pensamento, neo-positivista, procura submetê-la às avaliações e medidas alheias  ao seu método. Tudo leva a crer que existe uma tentaiva de retorno a um pensamento anterior ao de Freud,  apoiado pelos poderes públicos. É uma fraca  restauração  da autoridade exclusiva da consciência e da moral normativas, instalando uma vigilância  tecnológica generalisada.

    Diante dos perigos crescentes que amaeaçam a liberdade subjetiva, os Estados gerais da psicologia querem afirmar ao mesmo tempo a especificidade da teoria e da prática psicanalíticas,  a formação dos analistas clínicos, sem esquecer  o papel que o seu pensamento pode e deve desempenhar na análise do mal-estar que reina atualmente no mundo.  

    II) SER PSICÓLOGO: DA DIVERSIDADE DAS PRÁTICAS À UNIDADE DA PSICOLOGIAL

    Le Journal des psychologues, Abril 2006XXI

    Forum profissional organizado pelo Jornal dos psicólogosAvignon : de 23 a 25 de novembro 2006

    Tradução: EHC

    Argumento : Psicólogo deixou de ser  um adjetvo desde 1985, tornando-se uma profissão reconhecida, com funções definidas, responsabilidades reivindicadas  e assumidas.E portanto… vinte anos depois,  que podemos dizer sobre a mesma ?

    O precedente  Forum mostrou uma evolução indubitável da maneira como os psicólogos assumem sua profissão, com seus obstáculos e  suas ambiguidades, mas também com sua vitalidade e competência. O Forum é o lugar  por excelência onde as práticas entrecruzam-se, exprimem-se,  sem posição sectária, mas com força e convicção.Se as necessidades da intervenção psicológica não precisam mais ser  demonstradas, o fato é que o acolhimento, a escuta e o acompanhamento devem ser interrogados.A prática do psicólogo continua sendo aquela de uma « outra cena », confrontada ao social , que deve ser reinventada sem cessar.Ela será colocada no centro de nosso trabalho e será questionada no próximo  forum. 

    III) PSIQUIATRIA E LOUCURA SOCIAL

    Le Journal des Psychologues, N°235, Mars 2006

    Jean-Paul Arveiller

    Érès, 2006-12-11

    Tradução : EHC

    Toda sociedade secreta um certo tipo de loucura que ela procura ao mesmo tempo combater. A psiquiatria pública é um dos instrumentos dessa luta ao lado do sistema de assistência social. Contudo, poderíamos perguntar : o modelo que funcionou de maneira eficaz no passado pode ser ainda uma referência pertinente no futuro ? Com efeito, o edifício nosográfico médico, organizado em torno da noção de doença, não estaria sendo danificado pelas novas formas de sofrimentos psíquicos engendradas notadamente pela exclusão social ? Os dispositivos de assistência e de ajuda social, que aumentaram em número e em volume financeiro, ajudariam  a socializar  ou, ao contrário, aumentariam a fratura social ?

    A partir de sua experiência clínica de trinta e cinco aos num seviço público de saúde mental, o autor recoloca o cuidado psicológico  no contexto histórico e sociológico atual. Ele propõe redefinir os campos e as missões duma psiquiatria preocupada com o humano, mas adaptada ao tempo presente.

    IV) A SAUDE MENTAL EM ATOS.

    Da clínica ao politico

    Jean Furtos e Christian Laval(sob a dieção)

    Erès, 2005

    Tradução : EHC

    Os autores deste livro testemunham de uma  preocupação coletiva relativa à  saúde mental, exprimindo-se de diferentes maneiras, através de práticas concretas : é a saúde mental em atos

    A clínica é questionada a partir de duas opções contemporâneas que levam em conta seus efeitos psíquicos : a do indivíduo realizado enquanto valor social e a da espiral do economismo como nova ordem do mundo, produtora de precariedade e de pobreza.

    Nesta configuração, a preocupação com a saúde mental abre um espaço de discussão entre clínica e política,  com suas múltiplas  interrogações sobre  as respostas coletivas às novas formas de injustiça social.

    Ao apresentar o desenvolvimento das idéias e das mentalidades em torno das práticas de saúde mental ; ao referir-se  aos campos da clínica, da psicanálise, da economia, da filosofia, da sociologia, da medicina do trabalho, da antropologia… este livro tece um enredo complexo bem distante das perfeições utópicas. 

    4. LIVROS RECENTES

    A REVISTA PSYCHIATRIE FRANÇAISE, em sua edição  de novembro, propõe a leitura dos seguintes livros :

    *Revue Française de Psychanalyse, N°3, (2006)

    Jacques ANGELERGUES, Marina PAPAGEORGIOU (sob a direção)

    L’après coup

    PUF, 31 euros

    *La psychiatrie en péril : en dépit des états généraux

    Hervé BOKOBZA, Anaïs BOKOBZA(sob a direção)

    Erès, 23 euros

    *La dignité

    Bernard DORAY

    LA Dispute ? 26 euros

    *100 mots pour comprendre la psychiatrie

    Jean GARRABE

    Les empêcheurs de tourner en rond, 18 euros

    *L’éternel retour de l’eugénisme

    Jean GAYON, Daniel JACOBI (sob a direção)

    PUF, 24 euros

    *Femmes sous emprise :

    les ressorts de la violence dans le couple

    Marie-France HIRIGOYEN

    Pochet, 6,60 euros

    *Ethique médicale interculturelle

    Regards francophones

    Nicolas KOPP, Marie-Pierre RETHY, Claudine BRELET

    et François CHAPUIS(sob a direção)

    L’Harmattan, 21 euros

    *Les rituels familiaux :essais de systémique appliquée

    Robert NEUBURGER

    Payot, 7,50 euros

    *Les dangers du on-dit : et autres réflexions,

    abord analytique de la parole de l’autre

    Gisela PANKOW

    Campagne Première, 15 euros

    *Accompagner les personnes atteintes par la maladie

    d’Alzheimer

    Michel PERSONNE

    Chronique sociale, 16,90 eros

    *Lalibi éthique

    Didier SICARD

    Plon, 19 euros

    *Revue Française de Psychanalyse, N°4(2006)

    Psychanalyse et institutions

    PUF, 31 euros

    5. REVISTAS

    *Abstrac psychiatrie : www.impact-medecin.fr

    *La revue française de psychiatrie et de psychologie medicale : www.mfgroupe.com

    *L’encephale:www.encephale.org

    *Les actualités en psychiatrie: www.vivactis-media.com

    *Neuropsy : www.neuropsy.fr

    *Nervure : rédaction: Hôpital Sainte-Anne, 1 rue cabanis, 75014 paris. Téléphone: 01 45 65 83 09 fax. 01 45 65 87 40

    *Neuronale (revista de neurologia do comportamento) [email protected]

    *PSN :(psychiatrie, sciences humaines, neurosciences) : rue de la convention, 75015 paris. Fax : 0156566566

    *Psychiatrie française : [email protected]

    *Psydoc-broca.inserm.fr/cybersessions/cyber.html

    *Synapse : [email protected]

    *Evolution psychiatrique

    6. ASSOCIAÇÕES

    *Association française pour l’approche integrative et eclectique en psychotherapie (afiep)

    *Association française de psychiatrie et psychologie legales (afpp)

    *Association française de musicotherapie (afm)

    *Association art et therapie

    *Association française de therapie comportementale et cognitive (aftcc)

    *Association francophone de formation et de recherche en therapie comportementale et Cognitive (afforthecc)

    *Association de langue française pour l’etude du stress et du trauma (alfest)

    *Association de formation et de recherche des cellules d’urgence medico-psychologique (aforcump)

    *Association nationale des hospitaliers pharmaciens et psychiatres (anhpp)

    *Association scientifique des psychiatres de secteur (asps)

    *Association commission des hospitalisations psychiatriques france (cdhp france)

    *Association promotion defense de la psychiatrie a l’hopital general (psyge)

    *Association karl popper

    *Association pour la fondation Henri Ey

    *Association internationale d’ethno-psychanalyse (aiep)

    *Collectif de recherche analytique (cora)

    *Ecole parisienne de gestalt

    *Ecole française de sexologie

    *Ecole de la cause freudienne www.causefreudienne.org

    *Groupement d’études et de prevention du suicide (geps)

    *Groupe de recherches sur l’autisme et le polyhandicap (grap)

    *Groupe de recherches pour l’application des concepts psychanalytiques a la psychose (grapp)

    *Regroupement national en psychiatrie publique (renepp)

    *Société française de gérontologie

    *Société française de thérapie familiale (sftf)

    Société francophone de medecine psychosoma

    *Société française de psychopathologie de l’expression et d’art-therapie(sfpe)

    *Société française de recherche sur le sommeil (sfrs)

    *Société française de relaxation psychotherapique (sfrp)

    *Société française de sexologie clinique (sfsc)

    *Société française de psycho-oncologie/association psychologie et cancers

    *Société d’addictologie francophone

    *Société ericksonienne

    *Société de psychologie medicale et de psychiatrie de liaison de langue française

    *Société médicale Balint

    *Union nationale des associations de formation médicale continue (unaformec)

    *Union nationale des amis et familles de malades mentaux (unafam)

    *Association Psychanalytique de France (apf)

    *Société Psychanalytique de Paris (spp)

    *Ecole Freudienne de Paris

    *Mediagora:http://perso.wanadoo.fr/christine.couderc/

    *Agoraphobie.com:http://www.agoraphobie.com/

    *Sitesfrancophones:http://www.churouen.fr/ssf/pathol/etatanxiete.html

    *Distúrbios do humor (afetivos) :    www.depression.ch

    *Estados limites em psiquiatria: tratamento (d. Marcelli): suicidio escuta - 24/24 http://suicide.ecoute.free.fr

    *Informações sobre o suicidio e as situações de crise:       http://www.suicideinfo.org/french

    *Centro de prevenção do suicidio: http://www.preventionsuicide.be

    *Associação  alta ao  suicidio:     http://www.stopsuicide.ch

    *Suicídio : http://www.chu-rouen.fr/ssf/anthrop/suicide.html

    *Drogas :    http://www.drogues.gouv.fr/fr/index.html

    *S.o.s. Réseaux :   http://www.sosreseaux.com/

    *Ireb – Instituto de pesquisas cientificas sobre às bebidas: http://www.ireb.com/  

    *Addica : addictions precarité Champagne Ardenne : http://www.addica.org/

    *Internet addiction : conceito de dependência à internete:    http://www.psyweb.net/addiction.htm

    *Estupefiantes e conduta automobilistica; as proposições  da sfta: http://www.sfta.org/commissions/
    *stupefiantsetconduite.htm

     Coordination (coordenador): Eliezer de HOLLANDA CORDEIRO

    [email protected]


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