Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Agosto de 2005 - Vol.10 - Nº 8

História da Psiquiatria

Memória da Psiquiatria Brasileira. O ano de 1967

Walmor J. Piccinini

O ano de 1967, tão distante, graças ao nosso Índice Bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria, pode ser revisto e destacado nos seus principais momentos. Nesse ano, em outubro, realizou-se ,em Porto Alegre, o VIII Congresso Brasileiro de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental. O tema oficial psiquiátrico era "Tratamento Hospitalar do Paciente Psiquiátrico" . O tema oficial neurológico foi: Epilepsias.

O Congresso, organizado pela Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental, sociedade fundada por Ulysses Pernambucano. Com essa realização assumia características de Entidade nacional, transbordando dos seus limites nordestinos. A Associação Brasileira de Psiquiatria, fundada em 1966, no seu início dividia sua atuação com essa Sociedade e, aos poucos, elas foram se integrando.

Reuni 151 trabalhos, alguns não chegaram a ser publicados, constam como Anais do Congresso. Predominam os trabalhos de base psicanalítica, terapia de grupo, novas drogas e algumas produções internacionais. Surge o nome de J. Romildo Bueno com quatro publicações em revistas internacionais e Frederico Graeff com um capítulo de livro no México. Os autores brasileiros com maior produção foram:

João Caruso Madalena com

13 trabalhos.

Marcelo Blaya

07

J.Alves Garcia

06

Darcy de Mendonça Uchoa

05

Isaias Paim

04

As Revistas com maior número de trabalhos foram:

Jornal Brasileiro de Psiquiatria:

21

Revista Brasileira de Psiquiatria:

19

Revista de Psiquiatria Dinâmica:

13

A Folha Médica:

12

Revista de Psiquiatria (RJ):

12

Revista. Bras. De Psicanálise:

10

Cerca de 20 trabalhos tiveram novas drogas como assunto principal. Nota-se uma certa distribuição das pesquisas em São Paulo e Rio de Janeiro. Das drogas lançadas como novidade, apenas o Medazepam ainda pode ser encontrado nos dias atuais. As drogas destacadas foram Dipiperon (2); Mesoridazina (2); Tioridazida (1); Desipramina (2); Tiotixene (2); Thiazenone (2); Medazepam (2). Nesse ano foi lançado o metronidazol como tratamento aversivo ao álcool.

O ano de 1967 foi dos mais importantes em termos de presença da psicanálise em todos os setores da atuação psiquiátrica. Em São Paulo a Sociedade Brasileira de Psicanálise elegia Durval Marcondes como presidente e a Dra. Virginia Leone Bicudo com diretora do Instituto. A revista da sociedade, de confecção artesanal lançava um número sobre "Acting Out", era composta por 40 revisões sobre o assunto, por candidatos e analistas. A idéia era servir de base bibliográfica preparativa para trabalhos a serem desenvolvidos com vistas ao Congresso da IPA em Kopenhagen. Nesse mesmo ano realizou-se em São Paulo o Primeiro Congresso Psicanalítico da Sociedade Brasileira de Psicanálise e o V Congresso Latino-americano de Psicoterapia de Grupo.

Sucediam-se os trabalhos sobre a influência da psicanálise no tratamento psiquiátrico e o tema predominante era o uso dos conhecimentos psicanalíticos na transformação do hospital psiquiátrico brasileiro. Nós estávamos no segundo ano de residência em psiquiatria na Clínica Pinel de Porto Alegre. A equipe se imbuiu de uma meta ambiciosa, mostrar para o Brasil o que se fazia de inovador em psiquiatria dinâmica. Os trabalhos foram reunidos num caderno que até os dias de hoje pode ser lido com prazer. Os temas abordados foram: 1. Equipe Psiquiátrica. 2. Conceito e Delimitação da Terapia Ocupacional. 3. Urgências na Clínica Psiquiátrica. 4. O papel da supervisão na Residência em Psiquiatria. 5. Psicoterapia do Paciente Hospitalizado. 6. Relação Ensino - Clínica. 7. Relação Administração-Clínica. 8. Grupos Operativos 9. Formação do Atendente Psiquiátrico. Seguem-se trabalhos sobre hospital-dia; Comunidade Terapêutica e Fantasias Inconscientes em Hospital Psiquiátrico.

Olhando a lista dos residentes e membros da Equipe, nos damos conta que alguns não estão mais entre nós, vou registrar o nome de alguns: Dr. Marcos Gonçalves, veio de Pernambuco, concluiu a Residência, transferiu-se para São Paulo, tornou-se psicanalista e faleceu jovem. Dr. Milton Shansis, figura querida, tornou-se professor de Psiquiatria em Santa Maria - UFSM, deixou sua marca na Comunidade. O. Dr. Sérgio Radomile, veio de São Paulo, terminou a residência, voltou para sua cidade, viajava grandes distâncias para completar sua formação analítica e terminou falecendo em acidente de trânsito, Harri Valdir Graeff, grande líder da medicina gaúcha. Especializou-se em psiquiatria, já maduro, foi Presidente da Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul e Presidente da Associação Médica do Rio Grande do Su e ocupou a Presidência do INAMPS. Graeff foi um líder empreendedor, foi dele a idéia do Centro Amrigs, dedicou-se a sua construção e nos deixou o que hoje é um Centro de Convenções e sede da Amrigs.

O mundo não era só psiquiatria. Nesse ano aconteceram fatos marcantes; Israel derrota Egito, Síria e Jordânia na Guerra dos seis dias (5-10 de junho de 1967). Em outubro de 1967, Che Guevara morre na Bolívia. O Concorde realiza o primeiro vôo comercial. Os EUA se atolavam cada vez mais no Vietnam. No final de 67 os vietnamitas prepararam uma grande ofensiva que acabou sendo desferida em janeiro de 1968. A ofensiva do Tet que abriu os olhos dos americanos para a realidade crua da guerra e a possibilidade de serem derrotados. No Brasil, o meio estudantil fervia, a ditadura contestada, o clima era tenso, mas sem a violência que terminou no AI5 e na repressão cruel.

Nas revistas psiquiátricas americanas, o assunto guerra não aparecia. Nós examinamos o

International Journal of Psychiatry 1967 vol 3-4 que publicava o que havia de melhor na psiquiatria americana. Esta revista tinha como característica utilizar comentaristas sobre o tema abordado. Isso nos permite avaliar a maneira de pensar de importantes psiquiatras da época. Os Assuntos que selecionei para comparação foram:

Croscultural Inquiry into the Symptomatology of Depression: A preliminary report. Os autores,Murphy, Wittkower e Chance, enviaram questionário para psiquiatras de 13 países, 4 da África, 4 da Ásia, @ da Oceania, três do Oriente Médio, 10 da Europa, dois da América do Norte e 4 da América Latina, entre eles o Brasil que foi o segundo em número de questionários recebidos. A maior diferença dos latinos em relação aos demais, foi à importância dada a perda do interesse sexual e as preocupações somáticas. Nos dias de hoje, com o uso da internet, esse tipo de pesquisa por questionário via Correio soa anacrônico. Nas discussões, o estatístico Manfred Pflanz da Universidade de Gissen na Alemanha foi implacável. Escreveu que a pesquisa não tinha valor estatístico e que media a impressão dos psiquiatras e não da doença. Ele amenizou a crítica ressaltando o mérito dos autores em apontar aspectos da depressão que sofrem influência cultural e os que não sofrem essa influência.

O trabalho seguinte discutiu a ordem de nascimento e suas seqüelas. Partindo do trabalho de Francis Galton que destacou a primogenitura como fator de sucesso, (English Man of Science, 1874). Uma geração depois, Havelock Ellis publica A Study of English Genius estudando 975 gênios em que novamente, o mais velho predominava. Suas conclusões eram de que os mais velhos e os mais jovens eram favorecidos e se desenvolviam mais que os intermediários. Nos EUA, o mais velho tinha duas vezes mais chances de ter uma educação superior e na Medicina esse número chegava a ser 10 para 1. No contraditório, Bayer e Folger criticaram essa pesquisa, sua ausência de um foco teórico, achados contraditórios e metodologia fraca. Os resultados levariam a conclusões sem base nos fatos.

Creio que deu para dar uma idéia da maneira que a revista trata os assuntos, há uma discussão aberta de opiniões opostas e isso provoca no leitor a necessidade de tirar suas próprias conclusões, sem aceitar o que está escrito como verdade absoluta.

Um número inteiro foi dedicado ao estudo dos trabalhos de Piaget sobre a Psicologia do Desenvolvimento,em relação aos fundamentos psicanalíticos.

Em recente discussão na Lista Brasileira de Psiquiatria tratamos das modificações sintomatológicas da esquizofrenia após o surgimento doas antipsicóticos. No vol. 3 (4) de abril de 1967 tem um trabalho de Jack Zusman, um epidemiologista do NIMH, defendendo o "social breakdown syndrome concept." Segundo ele, a esquizofrenia, que representava um declínio inexorável para o isolamento, a incontinência, perigoso perda do autocontrole, completa incapacidade social, requerendo internamento para toda a vida, passou a ser uma grave, mas tratável condição que pode ser manejada em Hospital-Dia ou em tratamento ambulatorial. Mudanças ocorreram em todos os tipos de pacientes hospitalizados e isso se deve as profundas modificações nos hospitais psiquiátricos, mais do que a simples introdução de novas drogas. O desaparecimento das grades nas janelas, dos móveis pesados, os pisos de concreto, os lençóis de contenção, os quartos celas, deram origem a uma atmosfera caseira, portas abertas, respeito aos pacientes, vestimentas normais que tornaram indistinguíveis os pacientes dos seus cuidadores. Segundo Zusman, a mudança na maneira de tratar o paciente, a introdução de novas técnicas terapêuticas o levaram a criar o termo "The Social Syndrome Breakdown Concept."

Um trabalho de importância histórica foi apresentado por Gerald Kleinman e Jonathan O Cole. "Clinical Pharmacology of Imipramine and Related Antidepressant Compounds.

O material trazido pelos autores pode ser considerado o estado da arte no tratamento da depressão e, se não bastasse, ainda se podia ler os comentários de Anthony Hodern e Nathan Kline. Kline começa citando La Rochefoucauld "não importa o quanto às pessoas nos elogiam, eles não conseguirão dizer nada que nós já não sabíamos", depois disso ele confessa sua ignorância no assunto, o que não é bem a verdade.

Uma revista bem feita, artigos bem escritos, sempre é um prazer revisitar. Os assuntos são ecléticos, Psicanálise, Psiquiatria soviética, Teoria da Hipnose desde 1889, esquizofrenia, a pobreza, a adaptação da psiquiatria às mudanças sociais. O ano termina com um número que avalia a obra de Harry Stack Sullivan. Sua Teoria da Esquizofrenia, Os conceitos de Interpessoal e Intrapsíquico e Existência, Ação e Contexto.

A outra revista examinada foi "Archives of General Psychiatry". Seu editor continuava a ser Roy Grinker, mas se começa a perceber uma mudança editorial. Antes psicodinâmica, agora mais dedicada pesquisa básica. O primeiro artigo de 1967 era "Schizophrenia as na Immunologic Disorder" de Heath e Krupp da Tulane University. Nesse número devo destacar um trabalho de Donald Klein e Glen Oaks, sobre "Importance of Psychiatric Diagnosis in Prediction of Clinical Drug Effects".

No número 2 de 1967 temos o artigo de Baastrup, Glostrup e Mogens Schou que é clássico na história da litioterapia: "Lithium as a Prophylactic Agent".

Um outro trabalho, no mínimo curioso é "The Beatnik: Up- Down-, and Off. Por Jules Masserman. O autor adota uma atitude moralista em relação ao fenômeno da" geração beatnick "e propõe um tratamento preventivo para que os jovens não caiam naquele tipo de vida desregrada. (O autor terminou sua vida, banido da profissão por má conduta e pagando fortunas indenizatórias as pacientes que prejudicou). Um outro artigo" The Psychobiology of Racial Violence" de Louis West traz um outro fenômeno social para o terreno da Psiquiatria. O autor tentava entender as origens das atitudes selvagens tomadas por boa parte dos sulistas brancos contra os negros americanos. Um trabalho interessante e especial por ser da era pré microcomputador foi apresentado por James K. Sattesfield. "Computer Model for Psychiatric Diagnostic". O autor partiu do estudo de como o clínico processa a informação do paciente para chegar a um diagnóstico. Pode o procedimento diagnóstico ser descrito de forma a permitir sua duplicação no computador? Ele examina 146 pacientes, traduz seus sintomas em fórmula matemática, elabora um questionário e compara os resultados do clínico e os do computador chegando a resultados semelhantes.

Um trabalho clássico de Gerald Caplan e col. "Perspectives on Primary Prevention" (Archives, 1967 vol 17 p.331-346). Como reduzir a incidência de doença mental e promover a saúde. A prevenção primária é o esforço preventivo que se interessa no estudo dos padrões das forças que influenciam a vida das pessoas de modo a aprender como reduzir o risco do distúrbio mental. A partir dessa idéia estabeleceu tipos de prevenção em psiquiatria:

Prevenção Primária: objetiva reduzir a incidência de casos novos de doença mental e incapacitação na população. Esforços devem enfocar todas as modificações ambientais com o fortalecimento das capacidades do indivíduo de lidar com elas.

Prevenção Secundária: objetiva a redução da duração dos casos de doença mental que, inevitavelmente irão ocorrer apesar dos programas de prevenção primária. Diminuindo a duração dos casos existentes, a prevalência da doença mental na comunidade é reduzida. A maneira de atingir essa meta, é identificar os casos, diagnosticar e atender, o que permite a detecção precoce da doença que será atendida com eficiência e efetividade.

Prevenção Terciária: Busca a redução dos defeitos residuais que é muitas vezes, seqüela da doença mental. Busca assegurar que as pessoas que se recuperam da doença mental sejam ajudadas no menor tempo possível a vencer as dificuldades no retorno a completa participação na vida social e ocupacional

Caplan tornou-se o grande teórico do movimento de psiquiatria comunitária. Toda a atenção era focada em grupos dentro da população total e busca a redução dos índices de doença mental e seus efeitos. Diferentemente da abordagem restrita ao paciente individual. Um outro conceito, depois muito difundido foi o de atendimento de crise.

Comparando os dois momentos da psiquiatria brasileira e da americana poderíamos sintetiza-los da seguinte forma: A psiquiatria brasileira, influenciada pela psicanálise, entrava nos hospitais psiquiátricos buscando sua modernização e melhora do atendimento dos pacientes. A psiquiatria americana, já tendo modificado seu atendimento hospitalar partia para a ação na com unidade com ênfase na prevenção. A crescente troca de informações, a ida de vários brasileiros para estudar na John Hopkins e na Harvard possibilitaram nos anos 70 o desenvolvimento da psiquiatria comunitária entre nós.

Publicações brasileiras no ano de 1967.

1. Albuquerque, Manoel A. Contribuições da Psicanálise ao Hospital Psiquiátrico. Rev. De Psiquiat.Dinâmica . 1967; 7(2).

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6. Alvim, Clóvis F. Tratamento Hospitalar do Paciente Psiquiátrico: Técnicas Sociais. Anais Do VIII Congresso Nacional De Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental. 1967.

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