Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Maio de 2005 - Vol.10 - Nº 5

História da Psiquiatria

Bibliografia sobre a História da Psiquiatria no Brasil

Walmor J. Piccinini

Introdução

Relacionamos uma primeira lista de artigos, livros, teses e dissertações sobre a História da Psiquiatria no Brasil. São 421 referências e, mesmo com esse alentado número, ela está incompleta. Dela não consta o clássico livro de J.F.X. Sigaud (1706-1878) “De Climat e des Maladies du Brésil” editado em Paris no ano de 1844. Sigaud foi médico do Imperador D.Pedro II, é nome de rua no Rio de Janeiro e muito citado pelos historiadores da psiquiatria por seu trabalho “Reflexões acerca do trânsito livre dos doidos pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro”. (1835). Outro artigo muito citado é o do Dr. Luiz Vicente De-Simoni, publicado originalmente na Revista Médica Fluminense em 1839, ano V, n.6, p.241-62 sob o título “Importância e necessidade da criação de um manicômio ou estabelecimento especial para o tratamento dos alienados”. A Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental reproduziu esse artigo em 2004, vol. VII, n.1,p.142-159. Essa revista, editada pelo professor Manoel Berlinck, da PUC/SP tem abordado os clássicos da psicopatologia e uma seção sobre história da psiquiatria. O trabalho de De-Simoni é precedido por um artigo dos professores e historiadores, Ana Maria Galdini Raimundo Oda e Paulo Dalgalarrondo com o título “ O início da assistência aos alienados no Brasil ou a importância e necessidade de estudar a história da psiquiatria” ( Ver. Latinoam. Psicopat. Fund.,2004: 1;128-141.

No artigo é feita referência a fundação da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro em 1829 e sobre seus membros fundadores, José Maria da Cruz Jobim (1802-1878), José Francisco Xavier Sigaud (1796-1856), Luiz Vicente De-Simoni, Joaquim Cândido Soares de Meirelles (1797-1868) e João Mauricio Faivre, (Jobim e Meirelles eram brasileiros, Sigaud e Faivre, franceses e De-Simoni, italiano). A SMRJ alguns anos depois, em 1835, tornou-se, por decreto, órgão oficial, a Academia Imperial de Medicina.

A situação dos loucos e o tratamento a eles dado foi objeto de crítica no Relatório da Comissão de Salubridade da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1831. Nele, o Dr. Jobim e mais dois signatários relatavam as condições de atendimento nas prisões, conventos e Santa Casa. As críticas eram contundentes, relatava a insalubridade, construção inadequada e o tamanho insuficiente, uma “barbaridade” como consta do Relatório.

Boa parte dos trabalhos sobre história da psiquiatria no Brasil partem de análise sobre esses três trabalhos e as interpretações decorrem da linha ideológica do autor ou da orientação da pós-graduação onde realizou sua pesquisa. O transplante das idéias de Michel Foucault para os trópicos ocasionou um fenômeno interessante. Repete-se com insistência a tese da apropriação da loucura pelos médicos, a medicalização de um fenômeno inofensivo que era o dos loucos históricos e folclóricos que perambulavam pelas ruas do Rio de Janeiro. “Cidadelas da Ordem, A doença mental na república”, da historiadora da Unicamp Maria Clementina da Cunha, da sua aluna de doutorado Magali Gouveia Engel com “Os Delírios da Razão, Médicos, Loucos e Hospícios (Rio de Janeiro, 1830-1930). São livros interessantes, enriquecem a historiografia e são significativos dessa maneira de ver a história. Estão na linha de Danação da Norma de Roberto Machado e colaboradores, de Jurandir F. Costa e Madel da Luz. Companhia importante com vemos. Outros autores são menos interpretativos, buscam apenas documentar os fatos, as interpretações não buscam enquadramento numa forma de pensar. Uma outra maneira de ver o fenômeno é estudar a participação de José Clemente Pereira, do grande negócio que foi a construção do asilo Pedro II, da dificuldade dos médicos lá entrarem. O papel dos maçons na independência do Brasil e sua influência nas Santas Casas. Um outro grupo de historiadores importantes estão ligados ou mais, são líderes do chamado Movimento de Reforma Psiquiátrica, aí se destaca a figura de Paulo Amarante. Os historiadores regionais estão representados expressivamente na bibliografia e, esperamos ampliar essas observações com o tempo.

Bibliografia sobre a História da Psiquiatria Brasileira

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*2 Em nosso meio intelectual, usa-se preferencialmente como tradução os conceitos "compreensão" e "explicação" para os termos alemães "Verstaendnis" e "Erklaerung" utilizados por Dilthey (nota do editor).
*3 A revisão feita por Jaspers de sua "Allgemeinen Psychopathologie" saiu publicada, de fato, em 1946 (In: Jaspers SH. Hamburg: Rowohlt Taschenbuch Verlag; 1970) (nota do editor).
*4 Os dados biográficos disponíveis sobre Jaspers contradizem essa afirmação de Leme Lopes. Jaspers foi, de fato, chamado, após a ocupação norte-americana de Heidelberg, para refletir e discutir com outros intelectuais universitários antinazistas sobre o futuro da Universidade de Heidelberg, então livre e democrática. Jaspers nunca foi designado reitor dessa ou de qualquer outra universidade (nota do editor).
*5 Aqui nota-se, infelizmente, algumas imprecisões e deslizes por parte do autor. No inverno de 1945 a 1946, Jaspers proferiu a primeira conferência pública após a guerra, na Universidade de Heidelberg, analisando a questão da culpabilidade da Alemanha e dos alemães. Essa conferência transformou-se em livro, considerado um dos seus melhores escritos políticos, publicado em 1946 (Die Schuldfrage). Jaspers foi
convidado para lecionar na Universidade de Basel e, em março de 1948, muda-se para lá. Os motivos da mudança são controversos. Houve grande esforço por parte dos colegas de Heidelberg para que ele lá permanecesse. A reitoria da Universidade de Heidelberg, assim como o Conselho Universitário, o Conselho Municipal e mais de 400 cartas de estudantes solicitaram a sua permanência em Heidelberg. Ele alegou posteriormente em notas autobiográficas, que necessitava de paz e liberdade para se dedicar exclusivamente à filosofia. Também as notícias divulgadas após a guerra de atrocidades cometidas pelos nazistas contra os judeus fizeram-no mudar-se para a Suíça, pois isto traria mais paz para sua esposa Gertrud, que era judia (In: Jaspers K. Sobre el destino y la voluntad. Madrid: Guadarrama; 1967, e Jaspers SH. Hamburg: Rowohlt Taschenbuch Verlag; 1970. (nota do editor).

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Notes: Editorial

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