Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Dezembro de 2003 - Vol.8 - Nº 12

História da Psiquiatria

O Ano de 1963 e a Psiquiatria Brasileira

Dr. Walmor J. Piccinini

A produção científica da psiquiatria brasileira no ano de 1963, coletada no IBBP foi de 91 artigos e a Tese do Professor Darcy de Mendonça Uchôa “Psicodinâmica da Depressão.”

As publicações estiveram assim distribuídas: Jornal Brasileiro de Psiquiatria (29). Rev. Neurobiologia, Recife (9). Rev. De Psiquiatria (C.E.Dr. Eiras) (7). Arquivos da Clínica Pinel, (6). Rev. Psiquiatria do CELG (6). Arq. De Neuro-Psiquiatria (5). O Hospital (5).

Os autores que mais publicaram foram o Dr. J.Caruso Madalena com 7 artigos e o Professor José Leme Lopes com 6.

No Jornal Brasileiro de Psiquiatria, a maioria dos artigos foi resultante de dois simpósios, organizados pelo IPUB. O primeiro foi O Simpósio sobre Psicopatia e Neuroses. Segundo o Professor José Leme Lopes estava sendo feita uma tentativa de se chegar a um consenso sobre o diagnóstico diferencial entre psicopatia e neuroses. “A falta de necessidade do termo neurose para Kurt Schneider é paralela à falta de necessidade do diagnóstico de personalidade psicopática para os analistas.” Alguns trabalhos defendiam a idéia de doença única ou unitária em que neurose seria etapa de psicose ou psicopatia. Enquanto outros defendiam a base orgânica, hereditária da psicopatia. Os psiquiatras anglo-americanos distinguiam a personalidade psicopática como sendo aquela que tem conduta social anômala diferente dos neuróticos, que apenas sofreriam em razão da sua anormalidade. Tanto na apresentação como na síntese do simpósio, o Professor Leme Lopes destacou as posições bem definidas entre os organicistas e os psicanalistas. Os primeiros atribuem a origem da patologia à herança, enquanto os psicanalistas atribuem tudo a alterações psicológicas.

O outro simpósio foi comemorativo aos Dez anos de funcionamento da Clínica de Orientação da Infância do IPUB. Esse serviço foi criado pelo Professor Maurício de Medeiros e na ocasião era chefiado pela Dra. Mara Salvini de Souza. O simpósio ocorreu nos dias 25 e 27 de setembro de 1963. Os trabalhos apresentados foram elaborados pelos membros da Clínica. Chamaram atenção os debatedores, alguns psicanalistas famosos como Décio de Souza, Walderedo Ismael de Oliveira, e alguns membros conhecidos do grupo do IPUB, como Luiz Cerqueira, Adolpho Hoirich, Jose Carlos Carpilowski, David Azoubel entre outros. Dentre os trabalhos gostaria de destacar um do Professor Eustachio Portella Nunes sobre “Fundamentos da Psicoterapia”:(143-201).

Pouco usual na nossa bibliografia é o exercício da crítica contundente, muito comum em outros países como nos EUA. O Dr. Wilson de Lira Chebabi criticou de forma ácida um artigo do Professor Clóvis Martins e Fernando Oliveira Bastos, publicado no Boletim da Clínica Psiquiátrica da FMUSP. 1963, vol.II, 2. Na conclusão escreveu: "Enfim, a impressão que nos fica muito nítida após a leitura do trabalho, é que os autores improvisaram um artigo sobre Psicoterapia no Brasil a partir de informações e notícias, mas sem nenhuma experiência pessoal categorizada”.

No Jornal Brasileiro de Psiquiatria encontramos o necrológico do Professor Adauto Botelho que faleceu em 4 de fevereiro de 1963. Botelho dirigiu durante 15 anos o Serviço Nacional de Doenças Mentais e durante quase dois anos foi catedrático interino do Departamento de Psiquiatria da UNB, atual UFRJ.

Nos Arq. De Neuro-Psiquiatria encontramos um artigo do Professor Marcelo Blaya: “Ambientoterapia - Comunidade Terapêutica” (Arq. Neuro-Psiquiatria, 1963. vol 21;1 pág. 39-43). Esse artigo deveria ser lido por todos, pois evidencia idéias reformistas que foram adotadas por grupos nos anos 80 como sendo novidade. O autor destaca a tendência psiquiátrica contemporânea em 3 aspectos:

1) O emprego da psicoterapia.

2) O uso de drogas tranqüilizadoras e enrgizantes.

3) A estruturação do ambiente hospitalar como fator terapêutico.

O método de tratamento proposto é o seguinte: a) O dia do paciente é planejado de forma que às 24 horas dentro do hospital tenham sentido terapêutico. b) O tratamento é tarefa da Equipe constituída pelo psiquiatra, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, assistente social, psicólogo, recreacionistas. c) o tratamento é orientado para proporcionar ao paciente oportunidade de satisfazer seus impulsos conscientes e inconscientes de modo a tornar os sintomas desnecessários. d) o tratamento é seguido por fases de hospital-dia e ambulatório. e) O tratamento utiliza métodos físicos, químicos, psicológicos e sociais de acordo com as necessidades e situações do enfermo.

A Comunidade Terapêutica pode ser posta em funcionamento em enfermarias de hospital psiquiátrico, em seção psiquiátrica de hospital geral, em escolas para alunos especiais, em prisões. O que a caracteriza é a organização estrutural ligando um grupo de pacientes a uma equipe terapêutica, de modo que o ambiente funcione como elemento do tratamento.

Nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria (1963; vol.21.1; 25-34) encontramos mais um trabalho do Professor Nelson Pires, catedrático da UFBA sobre Sintomas sem Doenças. Distúrbio da Homeostase e surgimento de sintomas preferenciais. “Diante da aquisição de sintomas aprendidos com certas doenças e que, depois da extinção destas perduram ou reaparecem facilmente, já sem causa. Pequenos agravos a homeostase ensejam a recuperação de sintomas aprendidos e gravados.”

Em vários artigos encontramos referências ao lançamento da flufenazina e ao haloperidol.

O Dr. Mário Yahn foi eleito Presidente do Departamento de psiquiatria da APM. Há o registro da fundação da Associação Psiquiátrica de São Paulo ocorrida em 1962 e que tinha como presidente o Professor Antonio Carlos Pacheco e Silva.

Nas publicações brasileiras predominava artigos sobre psicofarmacos, psicoterapia de grupo e discussões sobre o diagnóstico.

No American J. of Psychiatry no mês de janeiro encontramos revisões sobre diferentes áreas da prática psiquiátrica no ano de 1962. Num artigo sobre Psiquiatria Clínica, Nolan Lewis e Paul H. Hoch destacam o aumento considerável de publicações no campo da psiquiatria clinica, centrados na Farmacodinâmica. Ward et al. Da Univ. da Pensilvânia discutem as razões do desacordo nos diagnósticos psiquiátricos e a responsabilidade do DSM. Eles chegaram a 50 % de desacordo e chegaram a 9 motivos, mais adiante reduzidos a três principais: 1) Inconstância por parte do paciente 5%; 2) Inconstância por parte do diagnosticador 32% e 3) Inadequação do sistema classificatório 62,5%.

Na Psiquiatria Administrativa são registradas quedas consistentes no número de leitos necessários (6 a 19% menos que em 1960). Política hospitalar mudando, macro-hospitais divididos em unidades menores de até 300 leitos. Propostas para criação de leitos em hospitais gerais.

Encontramos notas clínicas sobre o uso de imipramina e enurese, imipramina e encoprese. Surge um novo ansiolítico, o diazepam. É descrito um novo método de administrar antipsicótico, há um artigo sobre o enantato de flufenazina.

Nos Archives predominam artigos psicodinâmicos e são poucos que marcaram significativamente o desenvolvimento futuro da Psiquiatria. Resta como curiosidade um artigo de Jules Masserman opinando sobre as idéias de Thomas Szasz expressados no seu livro O Mito da Doença Mental. Masserman teve uma final de carreira tumultuado por práticas não éticas.

Índice bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria- Ano de 1963

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