Volume 22 - Novembro de 2017
Editor: Giovanni Torello

 

Novembro de 2001 - Vol.6 - Nš 11

O site do mês

 

Inicialmente sugerimos um site sobre as religiões em geral, didaticamente muito bem apresentado e gostoso de ler. Trata-se de Religiões.com.br.

Alguns fóruns sobre islamismo são proveitosos para dúvidas, principalmente de dúvidas bastante populares e que, muitas vezes, nos constrangimos em perguntar. Um deles, em português, esclarece algumas coisas sobre Confronto de Civilizações e outro sobre.

Ainda preocupados com um enfoque didático acerca do islamismo, sugerimos Vania da Silva e o artigo preparado por Almanaque, de Terra.

Enfatizando a história do islamismo e de Maomé, tem o site CACP e um artigo de Mônica Muniz no ZIP.Net bem ilustrado. O resumo das principais Guerras Árabes está no site do portal Cosmo.

Os sites sobre islamismo mais completos, entretanto, são do Centro Cultural Beneficente Árabe Islâmico de Foz do Iguaçu e da Sociedade Beneficiente Muçulmana de São Paulo.

Com o título engraçado de "Resenhas de Babel: Cultura, Literatura, Filosofia e outros assuntos chatos" estão artigos muito bem elaborados enfatizando o islamismo. Outro engração é o título "Religião & Marketing, ou como a mídia está sendo usada - e abusada! - para promover desavenças entre crenças diferentes e para a divulgação de um insuportável besteirol teológico", mas é um artigo sério. Críticas sobre fanatismo e afins encontramos na Revista Mundo e Missão, Nº42, Religião ou fanatismo? Um artigo de Ernesto Arosio.

"Pouco importa que o fundamentalismo islâmico não esteja circunscrito a meia dúzia de fanáticos desenraizados. Que na Palestina, por exemplo, se tenha comemorado a morte de milhares de americanos. Que bin Laden seja considerado um herói por grande parte da população árabe. Que os pilotos suicidas tenham matado mais de seis mil pessoas, com os olhos postos no paraíso. Que o ódio ao Ocidente seja uma constante de quase todos os líderes mulçumanos. Que o Islão nunca tenha sido secularizado e se traduza invariavelmente em regimes teocráticos. Ou que o Corão se tenha transformado num obstáculo à modernidade. O que verdadeiramente importa é que não haja um "choque de civilizações". Não porque a realidade o desminta, mas porque se considera que não deve haver um choque de civilizações..." Esse é parte de um brilhante artigo de Constança Cunha e Sá.

Tem ainda um trabalho sobre Choque de Civilizações organizado pela Escola Superior de Geopolítica e Estratégia, em arquivo pdf muitíssimo interessante.

Para vestibulandos (é possível cair alguma coisa de islamismo nos exames desse ano) tem a Página do Mautinto que explica tudo, mostra mapas, etc.


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