Volume 11 - Março de 2006
Editor: Giovanni Torello

 

Agosto de 2000 - Vol.5 - Nş 8

História da Psiquiatria

Voando sobre a História da Psiquiatria

Walmor J. Piccinini

Estamos iniciando neste mês de agosto de 2000, a convite do nosso editor de Psiquiatria Online, Dr. Giovanni Torello, uma seção de História da Psiquiatria. Esperamos contar com a colaboração de todos com achados históricos da sua cidade, região ou estado. Publicar na internet é diferente do que publicar numa Revista especializada, há mais liberdade para fotos, links já existentes e outras aplicações. Um bom exemplo pode ser encontrado no trabalho do Prof. Renato M. Sabbatini <http://www.epub.org.br/cm/n04/historia/shock.htm> ou ainda no trabalho do Prof. Paulo Dalgalarrondo <http://www.epug.org.br/cm/n01/dalga/dalga1.htm>

A Psiquiatria, como especialidade médica, tomando Philippe Pinel (1745-1826) como seu marco inicial, estaria completando duzentos anos. A loucura, seu objeto de estudo é tão antiga quanto a do homem na face da terra. A psiquiatria nasceu dentro dos asilos e da necessidade de abrigar, proteger, cuidar, investigar, diagnosticar e tratar os indivíduos que da loucura fossem acometidos. Fica bastante claro que os loucos existiam antes do que os psiquiatras, e que a loucura representa um tremendo desafio para todos interessados em estudá-la. Tanto a loucura é um desafio que muitas outras áreas do conhecimento se associam neste processo de investigação dos seus segredos. Filósofos, sociólogos, antropólogos, neuroscientistas, psicofarmacologistas São apenas os mais notáveis nesta luta.

Extraímos de Machado de Assis a afirmação do "alienista", dr. Simão Bacamarte a frase "pensava que a loucura fosse uma ilha, mas é um continente" . Continente envolvido em brumas que aos poucos são penetradas pelas luzes da ciência que permitem certa visibilidade sobre sua forma, geologia, composição o que permite que nos afastemos das idéias mágicas ou preconceitos sobre suas origens e significado.

( Aparentemente nosso Machado de Assis criou o personagem do alienista parodiando o Dr. José da Cruz Jobim , primeiro médico a cuidar dos loucos no Hospício Pedro II, diretor da Faculdade de Medicina e e que virou senador do império pelo Estado do Espírito Santo. Como senador monarquista conservador fez severas críticas aos estudantes de Direito de São Paulo e Machado foi em defesa dos mesmos. Assim Praia Vermelha virou a Casa Verde, Rio de Janeiro passou a ser Itaguaí e o desafeto de M. de Assis, o nosso Dr. Jobim.

A conseqüência disto é que até hoje o alienista segue causando estragos e permitindo que alguns o utilizem como forma de crítica a um determinado tipo de psiquiatra)

Terminada a Segunda Grande Guerra Mundial aceleraram-se as mudanças positivas na psiquiatria, o surgimento dos antipsicóticos e antidepressivos aceleraram o esvaziamento dos grandes hospitais. O Action for Mental Health do Pres. Kennedy estimulou a assistência ambulatorial e comunitária com o conseqüente surgimento de novas técnicas psicoterápicas e novas abordagens terapêuticas. Saímos de uma psiquiatria sem diagnóstico para uma psiquiatria com diagnóstico e surgiram questionamentos fundamentados sobre a psicanálise.

No momento em que parte das brumas que envolviam a loucura começavam a dissipar-se surgiu o movimento chamado de antipsiquiatria que sacudiu os ambientes universitários e o grande público. Os psiquiatras que vinham revolucionando o atendimento do doente mental ficaram na defensiva e pelo que vivi pessoalmente, muito irritados.

O primeiro a se lançar contra a concepção psiquiátrica de doença mental foi Thomas Szazs com seu "Mito da Doença Mental". Szaz era um psicanalista húngaro de extrema direita, que não aceitava grupo por lembrar socialismo que virou "guru" de certa esquerda brasileira. Sua idéia era simples, se houvesse lesão, era caso neurológico, se fosse problema de conduta a lei resolveria, o tratamento seria psicológico e os psiquiatras não tinham nada a fazer.

A ele se seguiram David Cooper, Ronald Laing e A . Esterson . Com pequenas diferenças eles encontraram os culpados pela doença mental. A família e a sociedade. Laing defendeu a concepção da metanóia; viagem interior em que a doença mental constitui a única maneira de escapar à ação alienante da sociedade.

Basaglia e seu grupo de seguidores acrescentou a concepção política. A sociedade é o flagelo essencial e ela é que deve ser combatida. Aí surgiu a Lei 180 da Reforma Italiana tão cara ao movimento antimanicomial brasileiro, que já foi antiasilar, mas esta palavra perdeu a força política e teve que ser abandonada. Basaglia coloca o condenado do direito comum, o preso político e o louco num mesmo grupo em condições carcerárias idênticas.

Certamente é um fato notável neste processo histórico o surgimento desta corrente de pensadores que resolveram o problema da loucura afirmando que ela não existia e que era uma criação dos psiquiatras a serviço de uma burguesia em ascensão. O mais incrível ainda foi constatar a adesão de alguns psiquiatras a estas idéias. Foucault deixa bem claro isso quando afirma " caminho aprisionador sobre a loucura, qual seja a que submete a experiência radicalmente singular de enlouquecer à classificações terapêuticas ditas científicas; submissão da singularidade da norma da razão e da verdade do olhar psiquiátrico, rede de biopoderes e disciplinas que confirman o controle social do louco". Alguns autores brasileiros repetem estas afirmações usando palavras diferentes. (Birman,J. 1978) "Se a alienação é moralmente produzida, como pode ser caracterizada como uma doença?" Já Serra,(1979) é bem mais explícito "as espécies patológicas foram produzidas pela psiquiatria a partir da maneira como ela organizou os asilos, da maneira que ela selecionou aquelas que deveriam ser recolhidas". O mesmo autor (Serra,1979) a sociedade burguesa se socorreu da psiquiatria para resolver um grande problema, o que fazer dos indivíduos cujo comportamento era incompatível com a ordem proposta e ao mesmo tempo impossível de serem tratados como criminosos".

Examinar estas supostas verdades, questionar afirmações político-ideológicas apresentadas como ciência é um dos objetivos do estudo da História. Ela não deve ser uma mera cronologia de fatos, é imperiosa a necessidade de se relacionar os acontecimentos com sua época, entender as relações sociológicas, políticas e econômicas envolvidas, sem esquecer que estamos lidando com um fato concreto, a loucura. Reescrever a história dentro de uma concepção política é um contra-senso que Orwell já ridicularizou no seu livro "1984" em que um grupo de historiadores ia modificando a história de acordo com o interesse do Grande Irmão.

Comemorando o nascimento desta coluna de história estou relacionando 80 trabalhos de autores brasileiros sobre o assunto extraídos do Índice Bibliográfico Brasileiro de Psiquiatria de minha autoria e que coloco a disposição dos colegas interessados.

Walmor J. Piccinini e-mail [email protected]

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