Silas Santos Silva

Adelina Cíntia S. S. do Nascimento

 

INTRODUÇÃO
Apesar da grande demanda no interesse científico e leigo, sem manifestações de que o oniomania esteja aumentando em termos de predominância. As diferentes áreas como implícitas suposições do agente “indevido” específica para a antropologia, a psiquiatria e a economia a sua evolução comportamental no consumo. A explicação destes pressupostos permite classificar o grau de interdependência de trocas simbólicas e sua forma atual. Podemos reconhecer as formas institucionais e comportamentais da ação decisiva dessa relação, nos conjuntos sociais e ideológicas diferentes eram pessoais.
A economia baseia-se no fato de que cada produto tem um preço, que é definido pelo mercado. A propaganda do ponto de vista da relação de mercado é vista como chave para a equivalência de preço e custo. Relações com o mercado, agir, assim, como valores absolutos. Na medida em que o “como este” ou “aquele objeto” é percebido como um “corpo mercadoria” qualquer que seja a sua relação de troca, se torna uma troca econômica.
Há vários aspectos dessa transformação: Em primeiro lugar, todas as relações sociais corroboram para as relações econômicas, em segundo lugar, a medida da vida pública é útil, em terceiro lugar, o critério da verdade do conhecimento é eficiência e em quarto lugar, os métodos de valores coincidem com justificação das formas de avaliações [1].
No teor da afirmação acima, é fundamental admitir que alguns produtos de qualquer natureza das substâncias nos remetem a visão econômica de coisas, leva ao fato de que
Psychiatry On-line – ISSN 1359 7620
ele está em nossos olhos rapidamente perde toda substancialidade. Como afirma Marx, é através de exemplos que hábitos começam a parecer evidente que para o público a relação de produção toma a forma de coisas, ao mesmo tempo, condição para a propagação desta visão é uma revisão do produto e expressão concentrada no trabalho investido nele [2].
No contexto supracitado, o presente artigo tem como objeto de estudo a visão da antropologia e ciência econômica através de uma análise da decisão no desenvolvimento do consumismo na ótica da psiquiatria. Elenca como meta geral no estudo discutir as características das decisões do consumismo humana pela investigação do papel da antropologia no modelo básico da teoria econômica.
Diante disso, tem-se a seguinte problemática: Como se estabelece a relação de consumismo desde a antiguidade até atualidade? O interesse em abordar o tema em questão partiu do intuito de contribuir na discussão da temática no espaço educacional e cientifico; elencar a relevância de consumir somente o necessário, a fim de aniquilar a supervalorização de produtos e mercadorias, o que pode levar o indivíduo a adquirir o transtorno de compras compulsivo, levando-o a situações tenebrosas em sua vida.
O caminho trilhado nesta pesquisa tem enfoque na pesquisa bibliográfica. Logo, a função epistemológica da pesquisa e a necessidade de delimitação de uma base segura para o desenvolvimento desse processo, nesta seção será apresentado o delineamento teórico-metodológico da pesquisa em questão, onde foram consultadas várias literaturas relacionadas à antropologia e neuroeconômica [3,25], consumismo e sua interação social, que possibilitou a este artigo tomar forma para ser fundamentado na pesquisa bibliográfica, que segundo Marconi e Lakatos (1992, p. 43 e 44) este modelo de pesquisa “tem como finalidade fazer com que o pesquisador entre em contato direto com materiais escritos sobre um determinado assunto, auxiliando o cientista na análise de suas pesquisas ou na manipulação de suas informações” [4].
Em suma, este artigo discute as características que caracterizam o exemplo de tomada de decisão da troca reciprocidade do indivíduo, à troca de presentes, especificidade das relações da propriedade em um determinado contexto institucional e a natureza das obrigações de reciprocidade. Na segunda parte do artigo é dada especial atenção à consideração de controvérsia entre o formalismo e substantivíssimos dentro do discurso de recursos metodológicos da antropologia e econômica, bem como o problema comportamental da intensão de consumo, levantado e rrelacionado com restrições da abordagem funcional para o surgimento de instituições.

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